Plano da OSX será votado em 30 dias por credores
A OSX, empresa de construção naval de Eike Batista, planeja apresentar um novo plano de recuperação judicial para ser votado pelos credores da empresa, possivelmente na segunda quinzena de setembro.
A OSX, empresa de construção naval de Eike Batista, planeja apresentar um novo plano de recuperação judicial para ser votado pelos credores da empresa, possivelmente na segunda quinzena de setembro.
“A verdade é que a construção naval não pode se manter apenas com encomendas de plataformas e barcos da Petrobras e navios da Transpetro. Toda nação que se preza tem sua marinha mercante e essas empresas deveriam se impor e ainda fazer encomendas aos estaleiros”, disse o deputado federal Edson Santos.
O Presidente do SINAVAL, acompanhado de diretores de empresas associadas, recebeu a delegação do Uruguai. Foram discutidas as ações dos governos do Brasil e do Uruguai e das indústrias navais e de offshore dos dois países para implementação do “Acordo Naval e Offshore Brasil-Uruguai”.
O consórcio Schahin - Modec, contratado pela Petrobras para construir e operar o FPSO Cidade de Mangaratiba, deu início neste sábado (16/8) à saída da unidade do estaleiro BrasFels, em Angra dos Reis. Este navio-plataforma vai operar na área de Iracema Sul, no campo de Lula, localizada no Pólo Pré-Sal da Bacia de Santos.
É carioca uma das soluções tecnológicas a que a Petrobras atribui parte do sucesso obtido com a produção de petróleo no pré-sal. Trata-se de uma boia gigante que permitiu à estatal instalar de forma segura os tubos que levam o petróleo da saída do poço, no fundo do mar, às plataformas, na superfície da água.
http://sinaval.org.br/wp-content/uploads/Conv_Fina_2014_Esp.pdf
Um setor naval e offshore mais pés no chão que há cinco anos. O otimismo não é o mesmo após crises mundiais e questões econômico-políticas envolvendo a Petrobras, que segue apostando no sucesso da exploração de óleo e gás e nas encomendas para construção.
O Sinaval alerta para necessidade planejamento do setor para a construção de plataformas de produção de petróleo nos próximos 15 anos. O debate sugerido visa atender à expectativa de contratação de 31 plataformas de produção até 2020 e outras 41, de 2021 até 2030, conforme expectativas do setor.
O ano de 2014 chega a sua segunda metade e grandes investimentos na área de óleo e gás previstos para ocorrer até 2020 estão cada vez mais próximos. Para analistas, é preciso um empenho maior do setor nos próximos cinco anos para formação de mão de obra, reforçando a capacitação feita nos últimos 10 anos.
Petrobras reafirma compromisso com conteúdo local, mas reconhece necessidade de encomendas no exterior. O conteúdo local continua sendo um desafio para a indústria nacional acompanhar o ritmo de projetos do setor naval e offshore.