‘OceanPact CBO’, nova denominação, contará com 70 embarcações, sendo 38 PSVs, 15 AHTS e 15 RSVs
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) concedeu, na última terça-feira (1º), a aprovação definitiva para a combinação de negócios entre a OceanPact e a CBO. O órgão antitruste entendeu que todas as condições precedentes foram cumpridas e fixou o fechamento da operação para o próximo dia 16 de setembro.
Com a conclusão da operação, a unidade de Navegação passa a se chamar OceanPact CBO, e a companhia combinada passa a contar com 70 embarcações — 38 PSVs (transporte de suprimentos) e OSRVs (combate ao derramamento de óleo), 15 AHTS (manuseio de âncoras), 15 RSVs (embarcações equipadas com robôs) e duas outras unidades.
“A união amplia nossa capacidade de atuação em operações submarinas, descomissionamento e projetos ambientais, reforçando a robustez para executar projetos maiores e mais complexos, sempre com a mesma prioridade: segurança e qualidade de entrega”, declarou a OceanPact CBO em nota. De acordo com o primeiro anúncio, no final de fevereiro, a companhia combinada terá receita anual de mais de R$ 4 bilhões e backlog de R$ 14 bilhões.
Em decorrência da incorporação da CBO pela OceanPact, serão emitidas 274.551.446 novas ações ordinárias de emissão da OceanPact, a serem entregues aos acionistas da CBO em substituição às ações ordinárias da CBO de sua titularidade, resultando na relação de substituição de 1,9805700858 ação ordinária da OceanPact para cada ação ordinária de emissão da CBO desconsiderando eventuais frações resultantes.
A partir de 17 de setembro, as ações da OceanPact passarão a negociar ex-direito ao recebimento das ações preferenciais mandatoriamente resgatáveis da OceanPact Participações S.A. Já as novas ações de emissão da companhia a serem entregues aos acionistas da CBO a partir dessa operação passarão a ser negociadas na B3.
“A companhia manterá seus acionistas e o mercado informados sobre quaisquer atualizações e desdobramentos relevantes a respeito do tema, na forma da lei e da regulamentação da CVM”, informou a OceanPact em fato relevante da última terça-feira (1º).








