Quem renuncia à indústria naval renuncia a parte da soberania
Indústria naval brasileira rebate crítica ‘caricatural’ e ensina que Estados apoiam o setor por saberem que é fundamental à soberania. Leia mais
Indústria naval brasileira rebate crítica ‘caricatural’ e ensina que Estados apoiam o setor por saberem que é fundamental à soberania. Leia mais
Resposta institucional do SINAVAL ao artigo “O polo naval voltou”
Força naval reafirma possibilidade de ampliar índices de novas fragatas, apesar do receio demonstrado por parte dos fornecedores de que modelo de contratação com ‘pacotes de equipamentos’ retire competitividade dos produtos nacionais. Leia mais
Objetivo é receber contribuições ao Relatório de Análise de Impacto Regulatório sobre o tema. Leia mais
Após incorporação da 'Tamandaré' (F200) com percentual em torno de 30%, força naval prevê índices próximos de 50% nas unidades seguintes, podendo chegar a 65% num eventual segundo lote, a ser contratado. Leia mais
Parceria entre associação e agência de fomento visa ampliar conteúdo local e incremento de tecnologia, aproveitando cenário aquecido da indústria no Brasil. Leia mais
A regra diz que metade das peças e serviços usados na fabricação dos navios-tanque acima de 15 mil toneladas devem ser da indústria nacional; percentual sobe para 60% em embarcações menores. Leia mais
A indústria naval brasileira começa a se mover em direção a um novo ciclo de desenvolvimento. A Lei nº 15.075/2024 e o Decreto nº 12.362/2025 estabelecem incentivos ao conteúdo local, estimulam a modernização dos estaleiros e favorecem a geração de empregos qualificados. É um passo decisivo para fortalecer a produção nacional de bens e serviços voltados à cadeia de óleo e gás — uma área na qual a engenharia industrial brasileira tem sido protagonista ao longo das últimas décadas. v
As atividades do Estaleiro Enseada foram recomeçadas com anúncio de construções de seis embarcações. No total está o retorno da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen). Leia mais
Câmara da Abimaq espera que índices de até 60% e regras equilibradas para embarcações com tecnologias inovadoras e sustentáveis reforcem compromisso do governo com fortalecimento da indústria local. Segundo Petrobras, definições incentivam empresas construtoras a terem direito à depreciação acelerada. Leia mais