Destaque Superior 300px

Petrobras inicia operações da plataforma P-75, no campo de Búzios

A Petrobras anunciou nesta segunda-feira que iniciou ontem a operação da plataforma de P-75, instalada no campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos, com a produção de petróleo e gás natural.
A plataforma, a segunda a ser instalada na região, é uma unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo e gás (FPSO, na sigla em inglês) e possui capacidade para processar diariamente até 150 mil barris de óleo e comprimir até seis milhões de metros cúbicos de gás natural.
Instalada a aproximadamente 210 quilômetros da costa do Estado do Rio de Janeiro, em profundidade de água de 2 mil metros, a P-75 produzirá por meio de dez poços produtores e sete poços injetores. O escoamento da produção será feito por navios aliviadores, enquanto a produção de gás, escoada pelas rotas de gasodutos do pré-sal.
Descoberto em 2010, o campo de Búzios é o principal sob o contrato da cessão onerosa e teve seu início de produção em abril deste ano por meio da plataforma P-74. O regime de cessão onerosa reserva à Petrobras o direito exclusivo para exploração e produção de até cinco bilhões de barris de óleo equivalente na Bacia de Santos.
A P-75 é a quarta plataforma a entrar em produção em 2018, após o FPSO Cidade Campos dos Goytacazes no campo de Tartaruga Verde, a P-67 no campo de Lula e a P-74 no campo de Búzios. Segundo a Petrobras, estas plataformas, junto com a P-67, que já está no campo de Lula, e a P-76, que seguirá para o campo de Búzios em dezembro, concluirão os seis sistemas previstos para este ano no Brasil, contribuindo para o aumento da produção no horizonte do Plano de Negócios e Gestão 2018-2022.

12/11/2018|Seção: Destaque Superior 300px|Tags:, , |

Petrobras inicia produção na plataforma P-75

A semana começa com uma importante notícia vinda do pré-sal. A Petrobrás começou a operação do navio-plataforma (FPSO) P-75, no campo de Búzios, na Bacia de Santos. A empresa registrou uma produção de 30 mil barris já no primeiro poço, reforçando ainda mais o já comprovado imenso potencial do nosso pré-sal.
A P-75 tem capacidade para processar diariamente até 150 mil barris de petróleo e comprimir até 6 milhões de m³ de gás natural. O navio-plataforma irá produzir por meio de 10 poços produtores, tendo também sete poços injetores. O escoamento da produção de petróleo será feito por navios aliviadores, enquanto a produção de gás será escoada pelas rotas de gasodutos do pré-sal.
Com a P-75, a Petrobrás chega ao número de quatro unidades entrando em atividade no ano de 2018. Para lembrar, os FPSOs Cidade Campos dos Goytacazes no campo de Tartaruga Verde; P-69 no campo de Lula; e P-74 no campo de Búzios foram adicionados ao portfólio da petroleira ao longo do ano.
A estatal informou que ainda espera colocar em operação em 2018 a P-67, que já está na locação no campo de Lula, e a P-76, que deverá chegar ao campo de Búzios em dezembro.

12/11/2018|Seção: Destaque Superior 300px|Tags:, , |

Wilson Sons Estaleiros entrega rebocador mais potente e capacitado do Brasil

Embarcação atingiu 90 toneladas de tração estática nos testes e tem sistema automático de guinchos.
A Wilson Sons Estaleiros, empresa de construção naval do Grupo Wilson Sons, entregou no dia 30 de outubro (terça-feira) o rebocador portuário e oceânico WS Sirius, o mais potente da costa brasileira, para a Wilson Sons Rebocadores. “É o rebocador mais potente e equipado da costa brasileira, com 90 toneladas de tração estática e guincho tipo "render recovery", o que possibilita trazer ainda mais segurança em manobras muito complexas”, explica o diretor-executivo da Wilson Sons Estaleiros, Adalberto Souza.

12/11/2018|Seção: Destaque Superior 300px|Tags:, |

P-67 segue para Bacia de Santos, após 4 meses para solução de pendências

Quase quatro meses depois de sua chegada, a plataforma P-67 seguiu, no último domingo (4), para a Bacia de Santos. Técnicos dizem que o tempo entre a chegada de uma plataforma e início da instalação costuma ser, em média, de 20 dias. A Portos e Navios apurou que a plataforma chegou com problemas no flare e no sistema de ancoragem. Considerando 150 mil barris por dia que deixaram de ser produzidos no período, as perdas são estimadas em mais de 300 milhões de dólares.

07/11/2018|Seção: Destaque Superior 300px|Tags:, , |

Indústria critica leilões reversos em bonificação de conteúdo local

Para empresas do setor, leilões tornam complexa a operacionalização do sistema A audiência pública para debater a proposta de criação do mecanismo de bonificação de conteúdo local, realizada na terça-feira (6/11) em Brasília, terminou com críticas dos participantes em relação à instituição de leilões reversos para classificar os projetos que serão bonificados.
O entendimento é que a realização desses leilões é ruim para a indústria como um todo. Isso porque eles aumentam a burocracia e complexidade do sistema.
Também foi criticado o prazo de um ano após o lançamento do edital para aprovação dos projetos.
Além disso, 12 instituições ligadas ao setor petróleo assinaram uma carta endereçada aos membros do Pedefor criticando não só o mecanismo de leilão, como também outros pontos da proposta.

07/11/2018|Seção: Destaque Superior 300px|Tags:|

Plataforma da Petrobras trazida da China está parada no estaleiro

As duas últimas plataformas de petróleo recebidas pela Petrobras jogam lenha na antiga discussão se é melhor fazer encomendas à indústria nacional ou no exterior.

31/10/2018|Seção: Destaque Superior 300px, Notícias da Semana|Tags:, |

Competição imperfeita no apoio marítimo na mira da Antaq

As áreas técnicas da Antaq estão analisando a adoção de medidas para combater práticas de competição imperfeita no afretamento de embarcações de apoio marítimo. Entre as ações propostas está o aprimoramento de normas e procedimentos para inclusão de barcos na frota das empresas brasileiras de navegação (EBNs).

31/10/2018|Seção: Destaque Superior 300px, Notícias da Semana|Tags:, |

Wilson Sons Estaleiros realiza sua maior operação de docagem

A Wilson Sons Estaleiros começou a docagem do maior navio já recebido em suas instalações, o oil tanker M.T. Amalthia, que tem 99,6 metros de comprimento e 18,0 metros de boca. A embarcação atua em Santos (SP), desde 2011, como navio abastecedor de combustíveis e está afretado pela Transpetro. A previsão é de que a operação dure entre 10 e 15 dias. Para o diretor-executivo da Wilson Sons Estaleiros, Adalberto Souza, um dos grandes desafios é justamente este prazo curto, dadas as dimensões do navio. O executivo afirma, no entanto, que o estaleiro está pronto para a atividade, que será realizada juntamente com a docagem de outro navio – o Smit Pareci. “Considerando estas duas docagens, já totalizamos 20 operações deste tipo no ano e temos outras três agendadas até o final de 2018”, disse Adalberto Souza.

26/10/2018|Seção: Destaque Superior 300px|Tags:|

Short list para corvetas tem Enseada, Oceana, Vard e Wilson Sons

A Marinha selecionou quatro das nove propostas apresentadas pelos consórcios que disputam a construção de quatro corvetas classe Tamandaré para a força naval. A 'short list', anunciada nesta segunda-feira (15), é formada pelos consórcios: “Águas Azuis”, “Damen Saab Tamandaré”, “FLV” e “Villegagnon”. Com a decisão, a construção desses navios está entre os estaleiros: Enseada (BA), Oceana (SC), Vard (PE) e Wilson Sons (SP). Os investimentos previstos são da ordem de US$ 1,6 bilhão.

Abimaq chama consórcios e tenta viabilizar 40% de conteúdo local para corvetas

A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) pretende convocar representantes dos quatro consórcios proponentes da short list da Marinha que disputam a construção de quatro corvetas classe Tamandaré. O objetivo dos fornecedores é conhecer melhor as demandas de cada consórcio, além de apresentar os potenciais de fornecimento da indústria local. A associação considera possível atingir um percentual de 40% de conteúdo nacional nesses projetos.

16/10/2018|Seção: Destaque Superior 300px, Notícias da Semana|Tags:, |