Setor de navipeças atento a propostas de redirecionamento do FMM para definir atuação
Empresas entendem que segmento não podem abrir mão desses recursos, principal linha de financiamento para projetos navais e offshore.
Empresas entendem que segmento não podem abrir mão desses recursos, principal linha de financiamento para projetos navais e offshore.
O único leilão de áreas de petróleo e gás que o Brasil realizará neste ano, o Segundo Ciclo da Oferta Permanente ganhará seu edital amanhã (21).
A projeção foi feita por André Araújo (Shell), André Clark (Siemens Energy), Luís Henrique Guimarães (Cosan) e Roberto Ardenghy (Petrobras) durante uma live promovida pelo Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP).
A Petrobras solicitou, na quinta-feira (15/7), licença ao Ibama para a implantação de 12 FPSOs no pré-sal da Bacia de Santos e a reativação de um FPSO em Mero (“FPSO Mero FR”). São quatro novas unidades para o campo de Búzios (FPSOs de Búzios 9, 10, 11 e 12), além dos FPSOs de Sépia 2, Atapu 2, Sururu e Revitalização de Lula. A estatal também pediu licença para unidades nas áreas de Sagitário, Uirapuru, Três Marias e Aram, em fase de exploração.
Para Galhardo é necessário pensar em uma política pública que torne a indústria naval e offshore atrativa para o setor de óleo e gás.
O vice-presidente executivo do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval), Sérgio Bacci, disse que é preciso discutir efetivamente se existe demanda e disposição para descomissionamento de plataformas no Brasil.
Entidades avaliam que seja necessário assegurar os projetos aprovados e em andamento para a garantia de empregos no pós-pandemia.
Relatório aponta que R$ 29,3 milhões dos recursos foram aplicados ao financiamento de projetos de embarcações nesse período
De acordo com o Sindiporto Brasil, os estaleiros no país vêm construindo rebocadores de classe mundial.
Parte importante das operações nos portos, o segmento de apoio portuário no Brasil construiu nos últimos dez anos 120 rebocadores em estaleiros nacionais.
Atualmente estão sendo discutidos, no Congresso Nacional, dois projetos que interferem diretamente no Fundo da Marinha Mercante (FMM) e no Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM). Embora com propostas distintas, os projetos reduzem os recursos do FMM e preocupam o setor naval, sobretudo a indústria, conforme afirmou o presidente da Sobena, Luis de Mattos, durante Live realizada pela Revista Portos e Navios
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