Navio-escolta, terceira das quatro unidades classe Inhaúma, entrou para setor operativo da Marinha do Brasil em 1992
O Comando da Marinha do Brasil desincorporou a corveta Júlio de Noronha (V-32) do serviço ativo da Armada, após mais de 30 anos na esquadra. Por meio de uma portaria, o comandante da força naval, Marcos Sampaio Olsen, determinou o desfazimento do casco da ex-corveta, conforme a legislação em vigor. A norma foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (16) e entra em vigor a partir da próxima sexta-feira (19). A embarcação é a terceira unidade de uma série de quatro corvetas da classe Inhaúma.
A corveta Júlio de Noronha é o segundo navio com esta nomeação na Marinha do Brasil, em homenagem ao almirante Júlio César de Noronha. De acordo com a força naval, a V-32 desempenhou papel de navio-escolta, embarcação militar capaz de localizar e destruir aeronaves, navios de superfície e submarinos inimigos, além de efetuar patrulhas nas nossas águas.
Construída no antigo estaleiro Verolme S.A., em Angra dos Reis (RJ), a Júlio de Noronha teve sua quilha batida em dezembro de 1986. O lançamento ao mar e batismo ocorreram em dezembro de 1989, tendo como madrinha a Sra. Leonor de Barros Noron. Depois de realizar as provas de mar, foi submetida à mostra de armamento e incorporada em outubro de 1992, em cerimônia realizada no Verolme.







