Indústria naval e offshore tem esperanças renovadas
Anúncio dos leilões petrolíferos pelo governo federal e aporte de R$ 9,15 bilhões para a indústria naval, aprovado pelo Fundo da Marinha Mercante (FMM), dão novo ânimo ao setor.
Anúncio dos leilões petrolíferos pelo governo federal e aporte de R$ 9,15 bilhões para a indústria naval, aprovado pelo Fundo da Marinha Mercante (FMM), dão novo ânimo ao setor.
A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou no dia 19 de julho (quarta-feira), no sítio eletrônico[ www.brasil-rounds.gov.br], o edital e o modelo de contrato da 14ª Rodada de Licitações de Blocos para Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural, que ocorrerá em 27 de setembro. Os documentos passaram por consulta e audiência públicas para recebimento de contribuições do mercado e da sociedade.
Terminou no último dia 12 o prazo da suspensão que impedia a Galáxia Marítima de fechar novos contratos com a Petrobras. A empresa de navegação foi penalizada porque uma de suas embarcações a serviço da petroleira ficou indisponível na fase final de vigência do contrato.
Para destravar projetos de exploração e produção de petróleo, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) colocou em consulta pública proposta que permite reduzir o conteúdo local — percentual exigido de compras de materiais, equipamentos e serviços produzidos no país — para contratos firmados a partir de 2005 (quando houve a 7ª Rodada).
Os concessionários responsáveis pela operação de áreas arrematadas a partir da 7ª rodada poderão optar por trocar o regime de conteúdo nacional vigente em seus contratos pelas regras aprovadas para os novos leilões, que terão compromissos locais menores. A medida integra o novo regulamento da minuta de conteúdo local, colocada em consulta publica nesta terça-feira (18/7) pela ANP.
Ou o diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Décio Oddone, não foi bem informado pelo representante da agência do que aconteceu na audiência pública do dia 18 de abril, ou ele não entendeu o recado contundente de 100% das empresas brasileiras que compareceram ao evento para combater a quebra do conteúdo local no FPSO de Libra.
agência reguladora do setor de petróleo (ANP) busca permitir que petroleiras adotem em contratos antigos as novas regras de conteúdo local, consideradas mais simples e flexíveis pelo mercado.
O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, disse ao embaixador dos Estados-Unidos no Brasil, Peter McKinley, que o novo leilão do pré-sal será realizado em outubro.
O Consórcio Technip-Techint programa a saída do FPSO P-76 de seu cais em Pontal do Paraná (PR) para março do ano que vem. O plano é iniciar em agosto a integração e o comissionamento dos módulos de grande porte no casco da unidade, que foi contratada pela Petrobras para produzir no campo de Búzios, na área da cessão onerosa, no pré-sal da Bacia de Santos.
A retração dos investimentos da Petrobras nos últimos três anos atingiu em cheio o Rio de Janeiro, maior produtor de petróleo do país e onde se concentra o maior número de empresas do setor. Mas, depois de chegar ao fundo do poço, começam a surgir no estado projetos na área de petróleo e infraestrutura com investimentos privados que chegam a pelo menos R$ 8,2 bilhões.