Pré-qualificação para novo FPSO
Processo aberto pela Petrobras é direcionado a novas unidades de produção sob o regime de EPC
Processo aberto pela Petrobras é direcionado a novas unidades de produção sob o regime de EPC
Com demandas principalmente de barcos de pequeno porte, embarcações pesqueiras ainda não são consideradas atrativas ou com carteira relevante de projetos para estaleiros nacionais.
Projeto de lei 4.199/2020, aprovado pela Câmara em dezembro, será apreciado em conjunto com outras quatro propostas da senadora Kátia Abreu (PP/TO), que tratam de mudanças no afretamento e AFRMM. Leia mais
Frota, ao final de janeiro, era composta por 47% de PSVs e OSRVs, totalizando 175 barcos. Relatório mensal da Abeam destaca que 90% das embarcações são registradas em bandeira nacional e 10% com bandeiras estrangeiras.
Nas últimas décadas, a indústria naval de Singapura desenvolveu tecnologia especialmente voltada à construção e à conversão de plataformas para a indústria de óleo e gás.<br>Ainda pouco conhecida em nosso país, e denominada Cingapura – até 1945, quando, pela reforma ortográfica em Portugal, passa a se chamar Singapura, denominação que só adotamos no Brasil a partir da reforma ortográfica de 2009 – é uma cidade-Estado insular no sudeste da Ásia, composta de cerca de 63 Ilhas, com aproximadamente 705 km2 e conhecida desde a década de 1980 como um dos chamados tigres asiáticos. Leia mais
Por Wagner Victer.
Em janeiro de 2021, houve aumento de 38,5% no faturamento do setor de máquinas e equipamento em relação ao mesmo mês do ano passado.
Pandemia freia recuperação por fornecedores de propulsão, que apostam em reparo, upgrade e hibridização
Para quem quer conhecer um pouco da história da Engenharia no Brasil, especialmente da Engenharia Naval, recomendamos assistir ao vídeo divulgado em maio de 2016 pela Escola Politécnica da USP em seu canal do YouTube em comemoração aos 60 anos da assinatura do Convênio entre a Marinha do Brasil e a POLI-USP, que sediou o primeiro curso formal de Engenharia Naval no País, criado em 1956.
A disparada no preço do aço cobrado pelas siderúrgicas brasileiras se assemelha a um cartel muito bem organizado. Os aumentos sucessivos e em conjunto nos preços do aço parecem uma roda de jamanta na banguela. Ninguém segura. A construção civil é a maior consumidora de aço do Brasil. A indústria de petróleo e gás é outra grande compradora do insumo. Ambas estão sofrendo muito. Já a indústria de máquinas, segunda maior consumidora de aços do país, nem se fala. Ela adquire quase 28% da produção das siderúrgicas. Leia mais.
Ressarcimento às empresas brasileiras de navegação da parcela que lhes cabe do AFRMM (DEFOM) no ano passado foi nulo, ante R$ 2 milhões ressarcidos em 2019. R$ 340 milhões foram para financiamento de projetos de embarcações.