O SINAVAL é a instituição que representa
os estaleiros brasileiros instalados
em diversas regiões do país.

Ocyan, Magma e Brasfels formam joint-venture para sistema de risers

Ocyan, Magma e Brasfels assinaram nesta terça-feira (4/12) um acordo para a produção e comercialização da solução CompRiser, sistema de torre de risers que viabiliza um sistema híbrido desses equipamentos. A assinatura da aliança ocorreu com a presença de executivos das três empresas na sede da Ocyan, no Rio de Janeiro.

Notícias da Semana

C. FED – Proposta aprovada destina recursos para que Marinha renove a frota

A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 10834/18, do Executivo, que pretende modificar a distribuição do Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) e do Fundo da Marinha Mercante (FMM), a fim de destinar recursos ao Fundo Naval, principalmente para a renovação de material flutuante da Marinha. O texto acrescenta dispositivos na Lei 10.893/04.

Notícias da Semana

Dragagem do canal do Vard, em Suape, será retomada

Após mais de sete meses de obras paralisadas por divergências empresariais, a dragagem do canal de acesso ao estaleiro Vard Promar, no Porto de Suape, será retomada em até 20 dias. Com o objetivo de aprofundar e alargar o canal de acesso ao estaleiro, as intervenções têm previsão de serem concluídas 90 dias depois de iniciadas. Atualmente, com 50% de andamento, a dragagem é importante para a empresa, que está no processo de concorrer à licitação da Marinha para construção de quatro corvetas.

Notícias da Semana

Por dentro do Riachuelo, o novo submarino brasileiro

Estamos a nove metros acima do chão, sobre o cilindro de aço preto de 2,2 mil toneladas que repousa no alto da plataforma no interior do main hall, o gigantesco prédio do estaleiro, a poucos metros do mar, no complexo naval de Itaguaí, litoral sul do Rio. Daqui de cima, é possível observar toda a extensão do corpo do Riachuelo (SBR-1): da vante (como é chamada a proa) à ré (a popa) são 75 metros de comprimento, equivalente a 18 carros populares enfileirados.

Notícias da Semana

CBO conclui série de AHTS e fecha ano com frota de 33 barcos de apoio

A CBO entrará 2019 com uma frota consolidada de 33 embarcações de apoio marítimo. No final de outubro, o estaleiro Oceana (SC), que pertence ao grupo, entregou o CBO Terra Brasilis, último dos seis AHTS 18.000 (manuseio de âncoras) e que dá nome a essa série. Além dele, as outras cinco unidades (Bossa Nova; Iguaçu; Parintins; Xavantes; e Cabrália) possuem contratos com a Petrobras, referentes à sexta e sétima rodadas do Programa de Renovação da Frota de Apoio Marítimo (Prorefam).

Petrobras inicia operações da plataforma P-75, no campo de Búzios

A Petrobras anunciou nesta segunda-feira que iniciou ontem a operação da plataforma de P-75, instalada no campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos, com a produção de petróleo e gás natural.
A plataforma, a segunda a ser instalada na região, é uma unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo e gás (FPSO, na sigla em inglês) e possui capacidade para processar diariamente até 150 mil barris de óleo e comprimir até seis milhões de metros cúbicos de gás natural.
Instalada a aproximadamente 210 quilômetros da costa do Estado do Rio de Janeiro, em profundidade de água de 2 mil metros, a P-75 produzirá por meio de dez poços produtores e sete poços injetores. O escoamento da produção será feito por navios aliviadores, enquanto a produção de gás, escoada pelas rotas de gasodutos do pré-sal.
Descoberto em 2010, o campo de Búzios é o principal sob o contrato da cessão onerosa e teve seu início de produção em abril deste ano por meio da plataforma P-74. O regime de cessão onerosa reserva à Petrobras o direito exclusivo para exploração e produção de até cinco bilhões de barris de óleo equivalente na Bacia de Santos.
A P-75 é a quarta plataforma a entrar em produção em 2018, após o FPSO Cidade Campos dos Goytacazes no campo de Tartaruga Verde, a P-67 no campo de Lula e a P-74 no campo de Búzios. Segundo a Petrobras, estas plataformas, junto com a P-67, que já está no campo de Lula, e a P-76, que seguirá para o campo de Búzios em dezembro, concluirão os seis sistemas previstos para este ano no Brasil, contribuindo para o aumento da produção no horizonte do Plano de Negócios e Gestão 2018-2022.

Petrobras inicia produção na plataforma P-75

A semana começa com uma importante notícia vinda do pré-sal. A Petrobrás começou a operação do navio-plataforma (FPSO) P-75, no campo de Búzios, na Bacia de Santos. A empresa registrou uma produção de 30 mil barris já no primeiro poço, reforçando ainda mais o já comprovado imenso potencial do nosso pré-sal.
A P-75 tem capacidade para processar diariamente até 150 mil barris de petróleo e comprimir até 6 milhões de m³ de gás natural. O navio-plataforma irá produzir por meio de 10 poços produtores, tendo também sete poços injetores. O escoamento da produção de petróleo será feito por navios aliviadores, enquanto a produção de gás será escoada pelas rotas de gasodutos do pré-sal.
Com a P-75, a Petrobrás chega ao número de quatro unidades entrando em atividade no ano de 2018. Para lembrar, os FPSOs Cidade Campos dos Goytacazes no campo de Tartaruga Verde; P-69 no campo de Lula; e P-74 no campo de Búzios foram adicionados ao portfólio da petroleira ao longo do ano.
A estatal informou que ainda espera colocar em operação em 2018 a P-67, que já está na locação no campo de Lula, e a P-76, que deverá chegar ao campo de Búzios em dezembro.

Wilson Sons Estaleiros entrega rebocador mais potente e capacitado do Brasil

Embarcação atingiu 90 toneladas de tração estática nos testes e tem sistema automático de guinchos.
A Wilson Sons Estaleiros, empresa de construção naval do Grupo Wilson Sons, entregou no dia 30 de outubro (terça-feira) o rebocador portuário e oceânico WS Sirius, o mais potente da costa brasileira, para a Wilson Sons Rebocadores. “É o rebocador mais potente e equipado da costa brasileira, com 90 toneladas de tração estática e guincho tipo "render recovery", o que possibilita trazer ainda mais segurança em manobras muito complexas”, explica o diretor-executivo da Wilson Sons Estaleiros, Adalberto Souza.

P-67 segue para Bacia de Santos, após 4 meses para solução de pendências

Quase quatro meses depois de sua chegada, a plataforma P-67 seguiu, no último domingo (4), para a Bacia de Santos. Técnicos dizem que o tempo entre a chegada de uma plataforma e início da instalação costuma ser, em média, de 20 dias. A Portos e Navios apurou que a plataforma chegou com problemas no flare e no sistema de ancoragem. Considerando 150 mil barris por dia que deixaram de ser produzidos no período, as perdas são estimadas em mais de 300 milhões de dólares.

Indústria critica leilões reversos em bonificação de conteúdo local

Para empresas do setor, leilões tornam complexa a operacionalização do sistema A audiência pública para debater a proposta de criação do mecanismo de bonificação de conteúdo local, realizada na terça-feira (6/11) em Brasília, terminou com críticas dos participantes em relação à instituição de leilões reversos para classificar os projetos que serão bonificados.
O entendimento é que a realização desses leilões é ruim para a indústria como um todo. Isso porque eles aumentam a burocracia e complexidade do sistema.
Também foi criticado o prazo de um ano após o lançamento do edital para aprovação dos projetos.
Além disso, 12 instituições ligadas ao setor petróleo assinaram uma carta endereçada aos membros do Pedefor criticando não só o mecanismo de leilão, como também outros pontos da proposta.

Notícias da Semana

Competição imperfeita no apoio marítimo na mira da Antaq

As áreas técnicas da Antaq estão analisando a adoção de medidas para combater práticas de competição imperfeita no afretamento de embarcações de apoio marítimo. Entre as ações propostas está o aprimoramento de normas e procedimentos para inclusão de barcos na frota das empresas brasileiras de navegação (EBNs).

Wilson Sons Estaleiros realiza sua maior operação de docagem

A Wilson Sons Estaleiros começou a docagem do maior navio já recebido em suas instalações, o oil tanker M.T. Amalthia, que tem 99,6 metros de comprimento e 18,0 metros de boca. A embarcação atua em Santos (SP), desde 2011, como navio abastecedor de combustíveis e está afretado pela Transpetro. A previsão é de que a operação dure entre 10 e 15 dias. Para o diretor-executivo da Wilson Sons Estaleiros, Adalberto Souza, um dos grandes desafios é justamente este prazo curto, dadas as dimensões do navio. O executivo afirma, no entanto, que o estaleiro está pronto para a atividade, que será realizada juntamente com a docagem de outro navio – o Smit Pareci. “Considerando estas duas docagens, já totalizamos 20 operações deste tipo no ano e temos outras três agendadas até o final de 2018”, disse Adalberto Souza.

Notícias da Semana

Short list para corvetas tem Enseada, Oceana, Vard e Wilson Sons

A Marinha selecionou quatro das nove propostas apresentadas pelos consórcios que disputam a construção de quatro corvetas classe Tamandaré para a força naval. A 'short list', anunciada nesta segunda-feira (15), é formada pelos consórcios: “Águas Azuis”, “Damen Saab Tamandaré”, “FLV” e “Villegagnon”. Com a decisão, a construção desses navios está entre os estaleiros: Enseada (BA), Oceana (SC), Vard (PE) e Wilson Sons (SP). Os investimentos previstos são da ordem de US$ 1,6 bilhão.

Notícias da Semana

Abimaq chama consórcios e tenta viabilizar 40% de conteúdo local para corvetas

A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) pretende convocar representantes dos quatro consórcios proponentes da short list da Marinha que disputam a construção de quatro corvetas classe Tamandaré. O objetivo dos fornecedores é conhecer melhor as demandas de cada consórcio, além de apresentar os potenciais de fornecimento da indústria local. A associação considera possível atingir um percentual de 40% de conteúdo nacional nesses projetos.

Conteúdo Local – No setor Óleo & Gas e Defesa

BNDES -Setor de petróleo e gás vai receber investimento de R$ 290 bi Defesa depende do Governo O tópico Conteúdo Local tem sido polêmico e de grande impacto econômico. Gerou grandes erros estratégicos, na área de Óleo & Gas,  e agora entra como um item relevante no Programa Corveta Classe Tamandaré. DefesaNet acompanhou o Fórum Conteúdo Local: Retomada […]

Indústria naval luta para se manter viva no Brasil

Às vésperas das eleições, a diretoria do Sindicato Nacional da Indústria de Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) peregrina pelo Brasil com uma cartilha de 20 páginas para entregar a presidenciáveis e candidatos a governador, na tentativa de explicar a importância de adotar políticas para evitar o naufrágio do setor no País. A expectativa é que a redefinição do cenário político possa significar a chance de a atividade emergir. Depois do Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Espírito Santo, ontem foi a vez do Sinaval entregar o documento às equipes de Paulo Câmara e Armando Neto.

Rio perde 30 mil postos de trabalho em 4 anos

Desde o início da crise do setor, há quatro anos, a indústria naval perdeu 67% dos empregos, indo de 82.472 postos de trabalho em dezembro de 2014 para 26.944 posições em junho deste ano. Os dados são do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval), que credita o cenário adverso a uma série de fatores, como as crises do setor de petróleo e da Petrobras, a Lava-Jato e a política de redução do conteúdo local.

Sem previsão de encomendas no curto prazo, horizonte é incerto

O horizonte permanece nublado para a indústria naval, que sobrevive sem saber ao certo como será o volume de pedidos para os próximos cinco anos. Incertezas em relação à retomada das encomendas pela Petrobras, sobre o nível de conteúdo nacional e o lançamento de medida provisória que permitirá a destinação de recursos para que a Marinha do Brasil encomende embarcações a estaleiros do país colocam uma interrogação sobre o nível de produção e de emprego no setor a partir de meados de 2019, quando serão entregues cinco navios petroleiros e uma plataforma de produção de petróleo.

Conteúdo local pode estimular demanda

A indústria naval tem uma grande expectativa, que poderia ajudá-la a sobreviver na próxima década: as modificações na exigência de conteúdo local para as encomendas de embarcações nas novas licitações de petróleo, com a inclusão da fabricação de cascos de navios em uma categoria separada.

TACs para conteúdo local aguardam TCU

A diretoria da ANP retirou de pauta a consulta prévia relativa aos termos de ajustamento de conduta (TACs) de conteúdo local para projetos de exploração ou desenvolvimento da produção com fases já encerradas ou devolvidos.

Conteúdo local volta ao centro do debate da construção naval

A flexibilização da política de conteúdo local voltou a polarizar o setor de óleo e gás. Em meio à forte adesão das petroleiras às novas regras que permitem a redução dos percentuais de nacionalização, os estaleiros alertam para a falta de perspectivas de grandes contratações e prometem uma série de medidas judiciais e administrativas para reverteras mudanças das regras. A Agência Nacional de Petróleo (ANP), por sua vez, prega a busca de um consenso para garantir a competitividade do setor petrolífero como um todo.

Estaleiros defendem o conteúdo nacional

Em meio à grande adesão das companhias de petróleo que atuam no Brasil às novas regras que permitem a redução dos percentuais de nacionalização dos equipamentos em seus projetos, os estaleiros alertam para a falta de perspectivas de grandes contratações e prometem uma série de medidas judiciais e administrativas para reverter as mudanças.

Manutenções da Petrobras em 2019 podem ajudar a manter estaleiros abertos

A Petrobras está conversando com estaleiros brasileiros para possíveis contratos de manutenções dos seus navios em 2019, quando pretende fazer pelo menos 17 docagens (manutenções), informou o gerente executivo de Logística da Petrobras, Claudio Mastella. Prática comum a qualquer petroleira, as docagens podem evitar que alguns estaleiros brasileiros fechem enquanto não recebem novas encomendas, afirmou Mastella.

EAS busca alternativas para 2019

Na reta final das obras de construção dos três últimos petroleiros aframax encomendados pela Transpetro, o Estaleiro Atlântico Sul (EAS) busca alternativas para manter suas atividades a partir de 2019. Controlado pela Camargo Corrêa e Queiroz Galvão, a companhia não vê perspectivas de novos contratos para cascos de plataformas, após a flexibilização da política de conteúdo local, mas mira oportunidades para fornecer navios de cabotagem (navegação entre portos marítimos de um mesmo país, sem se distanciar da costa) no curto prazo.

EAS: Tempo de entrega de navios se aproxima do mercado internacional

O Estaleiro Atlântico Sul (EAS) conseguiu quintuplicar seu nível de produtividade desde a sua construção no Complexo Industrial de Suape, em Pernambuco, disse nesta segunda-feira (27) Hermann Ponte e Silva, diretor do estaleiro. Para ele, a empresa tem feito, desta forma, seu “dever de casa”.

Últimas Notícias

Crescimento da demanda por flutuantes deve ser moderado

Líderes do setor de óleo e gás estão otimistas com a demanda futura de plataformas semissubmersíveis, mas, de acordo com a análise do IHS Markit, o crescimento deverá ser moderado, já que o mercado está longe de alcançar a utilização total dessas embarcações. Segundo o Floating Rig Report da agência e o banco de dados Petrodata RigPoint, apenas 48% dos flutuantes estão sob contrato atualmente.

Plano estratégico da Petrobras prevê US$ 84,1 bilhões em investimentos nos próximos cinco anos

O Conselho de Administração da Petrobras aprovou, em reunião realizada nesta terça-feira (4), o Planejamento Estratégico com visão até 2040 e o Plano de Negócios e Gestão para o período de 2019 a 2023. Nos próximos cinco anos, a companhia investirá US$ 84,1 bilhões em suas atividades produtivas, cerca de US$ 10 bilhões a mais do que o previsto em seu último plano de negócios.

Análise: Plano de negócios sem novos projetos de desenvolvimento

A Petrobras não irá desenvolver nenhum sistema novo até 2023, além dos que já estavam planejados no Plano de Negócios 2018-2022. Ao contrário das expectativas do mercado, a petroleira divulgou nesta quinta-feira (5/12) seu novo Plano de Negócios e Gestão para o período 2019-2023 sem incluir nenhum novo projeto de desenvolvimento da produção, nem mesmo Mero 3, tido até então como certo, optando apenas por rever os cronogramas dos ativos já aprovados.

BrasFels se integra a projeto de risers híbridos voltados para o pré-sal

A Ocyan e a Magma Global assinaram, nesta terça-feira (4), um termo que integra o estaleiro BrasFels, localizado em Angra dos Reis (RJ), ao projeto do desenvolvimento de um sistema de torre de risers com tubos em material compósito de fibra de carbono. O CompRiser é um sistema de risers híbridos voltado para indústria de exploração de petróleo em águas profundas e ultraprofundas, como as do pré-sal.

C. FED – Proposta aprovada destina recursos para que Marinha renove a frota

A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 10834/18, do Executivo, que pretende modificar a distribuição do Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) e do Fundo da Marinha Mercante (FMM), a fim de destinar recursos ao Fundo Naval, principalmente para a renovação de material flutuante da Marinha. O texto acrescenta dispositivos na Lei 10.893/04.

Dragagem do canal do Vard, em Suape, será retomada

Após mais de sete meses de obras paralisadas por divergências empresariais, a dragagem do canal de acesso ao estaleiro Vard Promar, no Porto de Suape, será retomada em até 20 dias. Com o objetivo de aprofundar e alargar o canal de acesso ao estaleiro, as intervenções têm previsão de serem concluídas 90 dias depois de iniciadas. Atualmente, com 50% de andamento, a dragagem é importante para a empresa, que está no processo de concorrer à licitação da Marinha para construção de quatro corvetas.

Setor náutico espera faturar cerca de US$ 1,5 bilhão até 2020

A indústria náutica brasileira deve fechar este ano com um faturamento de US$ 800 milhões de dólares, mas a expectativa é de que até 2020 o setor atinja uma receita de US$ 1,5 bilhão. "A média de crescimento, nos últimos dez anos, sem a crise, é de 10%. Apesar disso, em comparação com o resto do mundo, ainda engatinhamos", afirma o presidente da Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos (Acobar), Eduardo Colunna.

Por dentro do Riachuelo, o novo submarino brasileiro

Estamos a nove metros acima do chão, sobre o cilindro de aço preto de 2,2 mil toneladas que repousa no alto da plataforma no interior do main hall, o gigantesco prédio do estaleiro, a poucos metros do mar, no complexo naval de Itaguaí, litoral sul do Rio. Daqui de cima, é possível observar toda a extensão do corpo do Riachuelo (SBR-1): da vante (como é chamada a proa) à ré (a popa) são 75 metros de comprimento, equivalente a 18 carros populares enfileirados.

Programa “opções de reparo para os mercados de petróleo e marítimo” é lançado pela Sotreq

Os equipamentos usados nos setores offshore e marítimos possuem motores usados nos sistemas de propulsão e/ou geração de energia que, independente da sua potência, necessitam de cuidados para que continuem funcionando adequadamente. Por isso, realizar reparos é de extrema importância para garantir que o desempenho e a disponibilidade das embarcações, sondas e plataformas não sejam comprometidos.