SINAVAL é a instituição que representa
os estaleiros brasileiros instalados
em diversas regiões do país.

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Trabalhadores da Indústria Naval em defesa dos empregos na ALERJ

Em evento realizado no dia 10 de abril , que contou com a participação das principais lideranças de trabalhadores e de empresas da Construção Naval, a ALERJ-Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro realizou, com a coordenação do Deputado Waldeck Carneiro, uma Audiência Pública Conjunta das Comissões de Economia, Indústria e Comércio e de Trabalho, Legislação Social e Seguridade Social, para discutir a difícil situação dos empregos do setor, que tem no RJ uma representatividade especial, em sua condição histórica de berço da Indústria Naval e Estado da Federação com o maior contingente de trabalhadores desde a década de 1960.
Foto:Botelho

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SINAVAL recorre novamente à Justiça para garantir o interesse público que envolve o cumprimento do conteúdo local para Libra e Sépia

O Presidente do SINAVAL, Ariovaldo Rocha, informa que o Sindicato, em nome dos estaleiros, recorreu, na última semana, contra a decisão que autorizou o prosseguimento do processo licitatório para o Campo de Libra e recorrerá, nos próximos dias, contra a decisão de 1ª Instância que indeferiu o pedido de tutela de urgência para a suspensão do certame licitatório para o Campo de Sépia.

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Comissão Geral da Câmara dos Deputados sobre as regras de Conteúdo Local

O SINAVAL, representado pelo Vice-Presidente Fernando Barbosa, que estava acompanhado do Vice-Presidente Executivo Carlos Macedo, participou no último dia 30 de março, no Plenário “Ulisses Guimarães” da Câmara dos Deputados, da Comissão Geral sob a presidência do Deputado Federal Davidson Magalhães para discussão do tema “As Regras de Conteúdo Local para Petróleo e Gás no Brasil”. Na foto, de autoria do Sr. Carlos Macedo, a Mesa diretora dos trabalhos da Comissão Geral.

Últimas Notícias

Petrobras dominará investimentos em unidades de produção até 2021

A Petrobras dominará o mercado de construção de unidades de produção flutuantes até 2021. De acordo com um relatório da Douglas-Westwood (DW), a América Latina continuará dominante no setor no período, sendo responsável por 31% dos investimentos globais e dos custos de instalação.

Wilson Sons Estaleiros assina novo contrato com a Saam Smit

A Wilson Sons Estaleiros acaba de ampliar sua carteira de encomendas. A companhia assinou no dia 11 de abril (terça-feira), contrato para a construção de dois rebocadores para a Saam Smit, com entregas previstas para os próximos 20 meses. Esse é o segundo contrato entre as duas empresas. No ano passado, outras duas embarcações haviam sido encomendadas pela Saam Smit.

Indústria comparece em peso em Audiência Pública e se impõe contra o waiver de Libra

A indústria se impôs. Difícil qualificar de outra forma a maneira contundente como associações, entidades de classe, empresas e sindicatos se colocaram na audiência pública do pedido de waiver de Libra nesta terça-feira (18), no Rio de Janeiro. O presidente da Petrobras, Pedro Parente, o presidente do IBP, Jorge Camargo, e o diretor geral da ANP, Décio Oddone, que se ausentaram do evento, perderam uma grande oportunidade de encarar a realidade do mercado. Empresários, líderes industriais, representantes de movimentos sindicais e trabalhadores apresentaram, um a um, suas qualificações, suas competências e seu alto nível de competitividade, num mar de ociosidade que marca o momento atual da indústria de óleo e gás brasileira, em defesa do conteúdo local no FPSO que será usado no campo do pré-sal.

Petrobras sai em defesa de ‘perdão’ para Libra

A Petrobras estima que, mesmo obtendo o aval da Agência Nacional de Petróleo (ANP) para contratar no exterior o afretamento da primeira plataforma do megaprojeto de Libra, cerca de 40% dos gastos com a construção da embarcação ficarão no Brasil. Em meio às críticas da cadeia de fornecedores nacionais, a Petrobras saiu ontem em defesa do pedido de perdão pelo não cumprimento dos compromissos de conteúdo local ("waiver", em inglês) para contratação da unidade flutuante (FPSO), estimada em US$ 1,5 bilhão.

Indústria nacional questiona pedido da Petrobras por plataforma no exterior

Fabricantes de equipamentos do setor petrolífero no país estão questionando o pedido da Petrobras para contratar integralmente no exterior a primeira plataforma para a área de Libra, no pré-sal na Bacia de Santos. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) realiza nesta terça-feira uma audiência pública para discutir o chamado pedido de waiver feito pela Petrobras – solicitação para dispensar o cumprimento do conteúdo local previsto no contrato assinado em 2013.

Diretor da ANP indica possível concessão de ‘perdão’ parcial em Libra

O diretor da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), José Gutman, indicou nesta terça-feira que o órgão regulador pode vir a conceder um ‘waiver’ (perdão pelo não cumprimento dos compromissos de nacionalização) parcial para o projeto de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos. A ANP ainda não tem prazo para dar um posicionamento ao consórcio, liderado pela Petrobras, em sociedade com a Shell, Total, CNPC e CNOOC.

ANP inicia audiência para pedido de waiver da Petrobras para plataforma de Libra

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) iniciou nesta terça-feira, 18, a audiência pública para ouvir o mercado sobre o pedido de exoneração, feito pela Petrobras, do compromisso de aquisição local dos bens e serviços previstos em contrato para a construção da plataforma que irá produzir o primeiro óleo no campo de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos.

Petrobras e fornecedores tentam consenso

A Petrobras e a cadeia fornecedora de bens e serviços de óleo e gás prometem travar hoje um intenso debate sobre a capacidade da indústria nacional de construir a plataforma de Libra, estimada em US$ 2 bilhões. A petroleira e os fornecedores se reúnem, em audiência pública promovida pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), para tentar chegar a um consenso sobre "conteúdo local factível" para o megaprojeto, localizado no pré-sal da Bacia de Santos e que pode gerar receitas de R$ 31 bilhões para a União entre 2020 e 2025, segundo estimativas do consórcio.