O SINAVAL é a instituição que representa
os estaleiros brasileiros instalados
em diversas regiões do país.

SINAVAL completa 65 anos de atividades

25 de maio é uma data importante para o setor industrial e aquaviário brasileiro. Nesse dia, em 1955, foi fundado o SINAVAL, naquela época uma associação regional que reunia os estaleiros do Rio de Janeiro e seu entorno. O status de Sindicato Nacional veio em 1972, com a Carta Sindical expedida pelo Ministro do Trabalho.
O SINAVAL foi o principal interlocutor da indústria da construção naval com as autoridades em todos os governos que se sucederam desde 1955, com uma atuação forte e decisiva na mobilização da indústria em diversas ocasiões, como na modernização e ampliação dos estaleiros nacionais no governo do Presidente Juscelino Kubitscheck, quando a construção naval foi incluída no Plano de Metas do governo.
Reconhecida mundialmente, a Indústria Naval e Offshore brasileira produziu e reparou continuamente centenas de embarcações dos mais variados tipos e dimensões para empresas de navegação nacionais e estrangeiras, e construiu e integrou muitas plataformas marítimas e seus módulos, sempre com a mais alta qualidade, contribuindo para a geração de renda no País e a criação de milhares de empregos.
Nos dias de hoje, o SINAVAL prossegue em sua nobre tarefa de representação e defesa de seus Associados e de toda a Indústria Naval e Offshore brasileira, que entrega produtos de qualidade e desempenho equivalentes ao que de melhor é produzido nos outros países onde existe essa atividade industrial.
Nossos parabéns a todos aqueles que trabalham neste segmento industrial em todas as Regiões do Brasil!

Notícias da Semana

PL da cabotagem não preserva indústria naval brasileira, afirma Sinaval

O Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) propôs que o governo não apresente ao Congresso o projeto de lei relacionado ao programa de estímulo à cabotagem (BR do Mar). No ofício encaminhado ao Ministério da Infraestrutura, nesta terça-feira (19), a entidade alega que o texto do PL, conforme se tem conhecimento, altera a legislação referente à navegação de cabotagem no Brasil, permitindo a importação de novos navios para atuar no modal, sem gerar novos empregos no país.

Os estaleiros representados pelo Sinaval defendem que a indústria nacional está devidamente capacitada a produzir as embarcações demandadas pelos armadores brasileiros. O grupo espera que o governo tome as medidas necessárias para retomada das atividades da indústria naval, contribuindo para a reconstrução econômica do país, gerando emprego e renda nos próximos anos.

O Sinaval entende que, durante a recessão, há tendência de uma redução significativa na produção e comercialização de produtos, o que já observa durante a crise sanitária. Para o sindicato, esse cenário torna desnecessária a importação de navios novos, tendo em vista que a frota atual de cabotagem deverá atender adequadamente à demanda do segmento.

“O encaminhamento desse PL ao Legislativo nesta conjuntura que o Brasil está atravessando e nos meses que a seguirão parece-nos inoportuno e desnecessário, considerando-se que, após a pandemia, o país deverá entrar em um longo período de recessão econômica, conforme antecipado por autoridades financeiras nacionais e estrangeiras e reconhecido publicamente pelo próprio Ministério da Economia”, destaca a carta, assinada pelo presidente do Sinaval, Ariovaldo Rocha.

thyssenkrupp Marine Systems assina contrato de aquisição do estaleiro Oceana no Brasil

A thyssenkrupp Marine Systems – com sede em Kiel, na Alemanha – acaba de assinar o contrato para adquirir o estaleiro Oceana (Itajaí/SC) da empresa Aliança S.A., pertencente ao Grupo CBO, líder em embarcações de apoio offshore e um dos maiores empregadores de profissionais marítimos qualificados no mercado brasileiro.

O acordo cria a base inicial para a construção das fragatas da Classe Tamandaré para a Marinha do Brasil, bem como para um maior crescimento da empresa no país. A operação está sujeita à aprovação das autoridades antitruste e à entrada em vigor oficial do contrato das fragatas – previsto para meados de 2020. A aquisição será, então, executada por meio da subsidiária brasileira thyssenkrupp Marine Systems do Brasil. Por acordo, o valor da transação não será divulgado.

"Mesmo em tempos difíceis como estes, seguimos com determinação e permanecemos fortemente ao lado dos nossos clientes. Com o Oceana, temos uma excelente infraestrutura para a construção da fragata mais moderna do país para a Marinha do Brasil. A aquisição destaca nosso compromisso com o Brasil e será um fator econômico importante, especialmente nos dias de hoje. O estaleiro também nos oferece a perspectiva de assumirmos encomendas de outros clientes, não só localmente, mas também em outros países da América do Sul", afirma Dr. Rolf Wirtz, CEO da thyssenkrupp Marine Systems.

O estaleiro Oceana foi criado em 2013 para a produção de navios de apoio offshore de alta qualidade e tecnologia e é ideal para projetos de grande dimensão. Nos próximos dois anos, serão recrutados 800 trabalhadores locais apenas para o projeto da Classe Tamandaré. Isso significa que podem ser construídos no Brasil navios de alto valor agregado nacional. A entrega dos navios está prevista para o período entre 2025 e 2028.

A Águas Azuis é uma sociedade de propósito específico estabelecida entre a thyssenkrupp Marine Systems (líder), a Embraer Defesa & Segurança e a Atech e será responsável pela execução das quatro fragatas.

Links:
Vídeo do Projeto Classe Tamandaré
Site: www.aguasazuis.com.br

Notícias da Semana

Um mergulho no pré-sal

Com break-even competitivo, província offshore seguirá no foco da Petrobras; confira os principais projetos em tela. Em meio à maior crise dos últimos 100 anos no setor de óleo e gás, a Petrobras reiterou, na última sexta-feira (8/5), a importância das descobertas feitas no pré-sal, assegurando a manutenção do foco de seus investimentos nos projetos de exploração e produção na província offshore. Leia mais...

Artigos

A indústria naval na retomada da economia pós-covid-19


Enquanto ainda não há consenso sobre a forma e o momento de reduzir o distanciamento social, a esperança e os olhos se voltam ao planejamento de medidas para diminuir o impacto da crise provocada pela pandemia do coronavírus na economia, e, principalmente, nos empregos e na renda dos brasileiros.
Nesse sentido, é louvável a resolução nº 01 de 13/04/2020, que institui grupo de trabalho liderado pelo ministro chefe da Casa Civil, com objetivo de “Coordenação de Ações Estruturantes e Estratégicas para Recuperação, Crescimento e Desenvolvimento do País, no âmbito do Comitê de Crise da Covid-19”.
Se por um lado não nos preparamos com a antecedência necessária para enfrentar o vírus, por outro não podemos perder mais nenhum segundo no planejamento e viabilização das medidas para combater a crise econômica, que já assola a parcela mais vulnerável da população.
Os governantes precisam dedicar à crise econômica que se instala a mesma determinação e foco aplicados nas orientações para o distanciamento social e na ampliação da capacidade do sistema de saúde.
É necessária a união nacional em torno das medidas de combate ao desemprego no pós-covid-19, uma batalha nessa guerra que tem que ser tratada pelos brasileiros como a mais importante que o Brasil já tenha tomado parte.
A Fiesp deu uma importante contribuição ao debate quando publicou no dia 18 de abril um documento intitulado “Plano de Retomada da Atividade Econômica após a Quarentena”. Outras entidades empresariais se movimentam cobrando aos governantes um plano similar, como foi o caso do manifesto conjunto dos representantes do setor produtivo no Estado do Ceará. Vemos também alguns prefeitos e governadores incluindo o assunto em seus discursos.
Nesse sentido, o grupo de trabalho liderado pela Casa Civil poderia avaliar a capacidade instalada de geração de empregos de curto e médio prazos do setor naval nacional.
Duramente afetada pela crise, essa indústria vem encolhendo nos últimos cinco anos e a situação atual só tende a piorar ainda mais esse cenário. De dezembro de 2014 para cá, dos 42 estaleiros, 20 fecharam e apenas 15 estão em operação. Os postos de trabalho diminuíram 82%, saindo de 84 mil empregos diretos para 15 mil.
Presente em pelo menos 10 estados da federação de todas as regiões do País, exceto o Centro-Oeste, essa indústria que já gerou tantos empregos tem a capacidade de movimentar a cadeia de fornecedores e de pequenos prestadores de serviços nas localidades nas quais está presente, estimulando outros milhares de empregos indiretos. Na última década, capacitou e qualificou milhares de brasileiros que hoje estão ávidos pela retomada de seus empregos.
As encomendas nos últimos anos foram direcionadas a estaleiros asiáticos, exportando postos de trabalho que poderiam ser criados no Brasil. Competir com tais concorrentes em preço ainda é muito difícil, dada a desequilibrada equação tributária e de encargos trabalhistas que desfavorece a produção naval brasileira. Entretanto, os estaleiros nacionais agregaram conhecimento técnico que possibilitaram atingir níveis de produtividade equivalentes aos melhores estaleiros asiáticos e europeus.
Outra alternativa, não excludente, é propiciar medidas para facilitar o desenvolvimento de projetos de infraestrutura nos terrenos onde estão instalados os estaleiros, aproveitando a localização estratégica e o cais, desenvolvendo usinas térmicas, mini refinarias, projetos de terminais de containers, de líquidos ou de grãos.
Fica lançado o desafio para que nossos governantes encontrem uma equação que possibilite a edição de medidas de curto prazo para o aproveitamento dessa indústria com elevada capacidade instalada e baixíssimo aproveitamento atual.
Ariovaldo Rocha – Presidente do SINAVAL

Notícias da Semana

CORONAVÍRUS:
Financiamentos do FMM celebrados pelo BNDES terão cobranças suspensas


Há R$ 23,5 bilhões em contratos com armadores e estaleiros que poderão se beneficiar da medida
Como ação para enfrentamento dos efeitos do novo Coronavírus, o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) aprovou medida emergencial para a suspensão de cobrança dos empréstimos por até 6 meses. Essa suspensão poderá ser estendida aos financiamentos celebrados pelo BNDES com recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM), sujeita aos prazos máximos de carência estabelecidos na legislação e observadas as políticas e normas de crédito do BNDES. Leia mais...

Notícias da Semana

Marinha detalha os próximos passos de seu Programa de Submarinos para o ano de 2020

O Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) da Marinha do Brasil terá novos e importantes avanços ao longo de 2020. Nesta terça-feira (28), o Petronotícias publica uma entrevista exclusiva com o Diretor-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha, Almirante de Esquadra Marcos Sampaio Olsen. À frente do órgão desde o ano passado, ele detalha quais foram os avanços obtidos no primeiro ano de sua gestão e revela os próximos passos: a ativação da Base de Submarinos da Ilha da Madeira; a transferência do Submarino “Riachuelo” para o Setor Operativo; o lançamento ao mar do Submarino “Humaitá”; e a união das seções de casco do Submarino “Tonelero”. Sobre submarino nuclear, Olsen afirma que o projeto “entra na fase inicial do seu projeto de detalhamento, o que inclui arranjos dimensionais internos e cálculos de pesos e de deslocamento total, além de ajustes de estabilidade”. O Almirante também contou que a Marinha está desenvolvendo a capacidade de projetar e construir pequenos reatores nucleares no Brasil. Leia mais...

SINAVAL Informa

A indústria e o novo coronavírus: presente, passado e futuro


A pandemia do novo coronavírus, que já atingiu 213 países, infectou cerca de 1,8 milhões de pessoas e levou a óbito 112 mil pessoas no mundo até esta data, também atingiu o nosso País. Estamos neste momento em isolamento social, para evitar o colapso do nosso sistema de saúde.
Rio de Janeiro, 14 de abril de 2020
Leia mais...
Ariovaldo Rocha – Presidente do SINAVAL

Notícias da Semana

A afiada navalha da Petrobras

Petroleira inicia renegociação de contratos com fornecedores de E&P, mirando alívio de caixa para o restante do ano.
Diferimento parcial de pagamento, redução de taxas de afretamento, suspensão temporária de contratos, reuniões virtuais e muita, mas muita urgência. Essa tem sido a estratégia da Petrobras na renegociação dos contratos com grandes fornecedores do setor de óleo e gás em meio à crise em que se combinam a pandemia da Covid-19 e a queda do preço do barril de petróleo. Leia mais...

Notícias da Semana

Elipse E3 controla o consumo de combustível, gerando uma economia de R$ 302.400/ano para cada empurrador do Estaleiro Rio Maguari

Há 35 anos, o Estaleiro Rio Maguari é referência em construção naval na Amazônia e tem profundas ligações com o desenvolvimento sustentável da região. Localizado no distrito de Icoaraci, em Belém, a empresa tem acesso privilegiado a grandes rios da Amazônia e ao Oceano Atlântico, o que lhe permite otimizar a logística no suprimento de insumos aos mercados nacional e internacional. Leia mais...

Notícias da Semana

AFRMM teve arrecadação de R$ 4,3 bilhões em 2019

Os valores arrecadados no Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) totalizaram R$ 4,3 bilhões no ano passado, 7,6% acima dos R$ 4 bilhões arrecadados em 2018. No último trimestre de 2019, essa arrecadação ficou em R$ 1,2 bilhão, 16,7% a mais que no 4º trimestre do ano anterior, quando a arrecadação foi da ordem de R$ 1 bilhão. Leia mais...

Notícias da Semana

Marinha: Nota de Esclarecimento – Matéria Míriam Leitão

Em relação à coluna da jornalista Míriam Leitão “O liberalismo à moda da casa”, publicada hoje (01/02), no jornal “O Globo”, a Marinha do Brasil esclarece que a Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron), por ser uma estatal não dependente do orçamento federal, foi capitalizada para investimentos na iniciativa privada, sem afetar o Resultado Primário Consolidado do Governo e a Regra do Teto de Gastos, visando atender a programas estratégicos, como a construção de navios Classe Tamandaré e Navio de Apoio Antártico, sem utilização na aquisição, pela primeira vez, de financiamento externo. Leia mais...

Notícias da Semana

EBR entrega mais um projeto no prazo

O Estaleiro EBR concluiu em janeiro de 2020 a fabricação de dois módulos para a plataforma FPSO Guanabara MV31, que está sendo construída pela MODEC Offshore Production Systems (Singapore) Pte. Ltd. e operará no Campo de Mero, na gigantesca área do pré-sal na costa do Brasil. Leia mais...

Artigos

Queremos indústria naval no Brasil?

Esta pergunta, que vale alguns bilhões de dólares e milhares de empregos no Brasil, precisa ser respondida pelo Governo Federal através de uma Política de Estado.
Historicamente, a indústria naval brasileira sempre viveu de soluços. São anos de bonança com obras e empregos e, depois, anos de terra arrasada, com grande desemprego, como estamos passando nos últimos quatro anos. Leia mais...
Ariovaldo Rocha – Presidente do SINAVAL

Artigos

O papel da Indústria Naval na economia e na geração de empregos

O baixo crescimento de nossa economia, somado ao grande número de desempregados no Brasil, tem sido fruto de uma política estrategicamente equivocada da percepção do papel da indústria de transformação no desenvolvimento do País. Leia mais...
Ariovaldo Rocha – Presidente do SINAVAL

SINAVAL Informa

Reunião do SINAVAL com o Ministro da Infraestrutura

O SINAVAL participou nesta segunda-feira dia 02/09/2019 de reunião em Brasília com o Ministro de Estado da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, ocasião em que foi apresentada a situação geral da Indústria Naval e Offshore Brasileira no âmbito das discussões do Programa BR do Mar, a ser lançado em outubro sob a forma de Medida Provisória. Leia mais...

Notícias da Semana

Itaguaí Construções Navais comemora dez anos com avanços no PROSUB

A Itaguaí Construções Navais comemorou hoje, 21/08, os dez anos de criação da empresa, que é responsável por executar o PROSUB, o Programa de Desenvolvimento de Submarinos da Marinha do Brasil. A data marca uma década da assinatura do estatuto da ICN, formada pelos sócios Naval Group e OEC (Odebrecht Engenharia e Construção). A comemoração ocorreu nas instalações do estaleiro, localizado em Itaguaí (RJ), com a presença dos dois mil integrantes, além de representantes da Marinha do Brasil e da ICN. Leia mais...

SINAVAL Informa

Reunião do SINAVAL com o Vice-Presidente Hamilton Mourão

O SINAVAL foi recebido em Brasília na manhã de segunda-feira, dia 22 de julho, pelo Vice-Presidente da República Hamilton Mourão para apresentação da situação atual e das perspectivas da Indústria Naval e Offshore brasileira. O Presidente Ariovaldo Rocha estava acompanhado de Diretores do SINAVAL e de estaleiros associados à instituição.
Na primeira foto, o Vice-Presidente Mourão com o Presidente Rocha. Na segunda foto, o Vice-Presidente Mourão e o Presidente Rocha com Harro Burmann (Presidente do Estaleiro Atlântico Sul), Jorge Ferraz (Diretor do SINAVAL) e Maurício Bastos de Almeida (Presidente da Enseada Indústria Naval). Leia mais...

SINAVAL Informa

Reunião do SINAVAL com o Ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque

Na tarde da mesma segunda-feira 22 de julho, no Rio de Janeiro, o Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, recebeu o SINAVAL para uma breve análise da conjuntura da Indústria Naval e Offshore nacional e das alternativas que estão sendo discutidas no âmbito governamental sobre o futuro desse segmento industrial. O Ministro Bento Albuquerque estava acompanhado do Secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Marcio Felix Carvalho Bezerra e do Chefe de Gabinete José Roberto Bueno Junior. O Presidente do SINAVAL, Ariovaldo Rocha, fez-se acompanhar de uma comitiva de Diretores do SINAVAL e de estaleiros associados.
Na foto, gentilmente tirada pelo Chefe de Gabinete Bueno, aparecem, da esquerda para a direita: Gilberto Israel (Diretor da BrasFELS e Keppel FELS), Jorge Ferraz (Diretor do SINAVAL), T. Guhan (Presidente do EJA-Estaleiro Jurong Aracruz), Jorge Faria (Assessor da Presidência do SINAVAL), Maurício Bastos de Almeida (Presidente da Enseada Indústria Naval), o Ministro Bento Albuquerque, Ariovaldo Rocha (Presidente do SINAVAL), Lucila Lopes (Diretora do EJA-Estaleiro Jurong Aracruz) e Marcio Felix Carvalho Bezerra (Secretário do MME). Leia mais...

Notícias da Semana

Governo da Bahia debate novos modelos de negócios para o Estaleiro Enseada em Maragogipe

A reativação do Estaleiro Enseada, localizado em Maragogipe, no Recôncavo Baiano, foi discutida nesta terça-feira (23/07/2019), na Secretaria do Planejamento do Estado. Durante a reunião, os secretários Walter Pinheiro (Planejamento) e Marcus Cavalcanti (Infraestrutura), além do presidente do estaleiro, Maurício Almeida, representantes da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb) e de outras secretarias debateram a possibilidade de novos modelos de negócios para o empreendimento. Leia mais...

Notícias da Semana

Estaleiros alertam governo sobre MP que flexibiliza importação de navios

Representantes da construção naval manifestaram formalmente ao Ministério da Infraestrutura os riscos da proposta de medida provisória que permite a importação de navios estrangeiros novos e usados na cabotagem, com isenções de impostos na importação (II, PIS, Cofins e ICMS). Na última quarta-feira (12), o Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação naval e Offshore (Sinaval) protocolou uma carta, endereçada ao ministro Tarcísio Freitas, na qual alerta que tal medida pode alterar drasticamente as regras vigentes da navegação brasileira (Lei 9432/1997), além de trazer prejuízos à construção naval, à cadeia produtiva e à geração de emprego e renda no país. Leia mais...

SINAVAL Informa

Nota Técnica – PLS nos. 423/2014, 2948/2019 e 3221/2019

O SINAVAL tomou conhecimento, com grande preocupação, dos Projetos de Lei nos. 423/2014, 2948/2019 e 3221/2019, apresentados pelo ilustres Senadores Kátia Abreu (PDT-TO), Alvaro Dias (PODE-PR) e Chico Rodrigues (DEM-RR), que propõem alterações na Lei nº. 9.432, de 08/01/1997, que dispõe sobre a ordenação do transporte aquaviário e dá outras providências.
Os Projetos de Lei visam, principalmente, a permitir a aquisição, pelas empresas brasileiras de navegação (EBNs), de embarcações novas e usadas no mercado internacional, e a eliminar restrições ao afretamento de embarcações estrangeiras, alterando de forma prejudicial o marco regulatório dos setores da Navegação e da Indústria da Construção Naval brasileiras, que foi objeto de extensas e demoradas negociações do Governo com todas as partes interessadas e funciona perfeitamente há mais de 20 anos. Leia mais...

Notícias da Semana

Governo da Coreia do Sul investe na recuperação da construção naval

Na sequência de um apoio público já anunciado, Seul orienta agora o financiamento para a construção de navios a GNL.
A Coreia do Sul tenciona investir 54 milhões de euros no apoio à recuperação dos estaleiros navais do país, terá anunciado o ministro do Comércio, Indústria e Energia sul-coreano, refere o World Maritime News. O jornal acrescenta que esse apoio será destinado, essencialmente, à conquista de encomendas para construção de navios amigos do ambiente, como os alimentados a gás natural liquefeito (GNL). Leia mais...

SINAVAL Informa

Instalação da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Indústria Marítima Brasileira

Nesta quarta-feira, dia 24 de abril, realizou-se na Câmara dos Deputados, em Brasília, a cerimônia de instalação da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Indústria Marítima Brasileira, em um café da manhã organizado pela Presidente da Frente Parlamentar, Deputada Professora Dayane Pimentel (PSL-BA). O Presidente do SINAVAL, Ariovaldo Rocha, participou do evento, acompanhado do Vice-Presidente Executivo Carlos Macedo, responsável pela representação do SINAVAL em Brasília. Leia mais...

Notícias da Semana

Lançada frente parlamentar em defesa da indústria marítima

Foi lançada nesta quarta-feira (24), na Câmara dos Deputados, a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Indústria Marítima. O grupo reúne 207 deputados e 15 senadores com o objetivo de propor ações de incentivo ao setor naval. De acordo com a coordenadora da frente, deputada Professora Dayane Pimentel (PSL-BA), a indústria marítima brasileira perdeu 60 mil postos de trabalho desde 2014. “Estamos falando de 80 mil empregos que caíram para 19 mil”, disse. Ela defendeu medidas que aumentem as encomendas de navios nacionais e anunciou que o grupo entraria em contato com o presidente Jair Bolsonaro para pedir incentivos. Leia mais...

Projeto de lei dos EUA incentiva construção naval dedicada à cabotagem

Brasil e Estados Unidos são países privilegiados por contar com extensas costas marítimas. O território norte-americano, inclusive, é banhado por dois oceanos - Pacífico e Atlântico - e ocupa a nona posição entre as maiores extensões litorâneas do planeta. Entretanto, a frota de embarcações destas nações é muito baixa, reflexo de uma indústria marítima muito aquém de suas possibilidades e em posição de fragilidade se comparadas às indústrias de Alemanha, Japão, Noruega, Grécia e Cingapura, entre outras.
Para reverter este panorama um projeto de Lei foi apresentado nos Estados Unidos com o intuito de incentivar a construção naval dedicada à cabotagem. Em artigo escrito para o Portogente, o gerente de Desenvolvimento e Estudos da Agência Nacional de Transporte Aquaviários (Antaq), Cláudio Soares, avalia a iniciativa e demonstra como democratas e republicanos concordam em apontar a navegação interior como questão de segurança nacional, estímulo ao desenvolvimento e geração de empregos. Leia mais...

‘Jones Act’ contribuiu para 30% a mais empregos na indústria marítima dos EUA, aponta instituto

O setor marítimo dos Estados Unidos registrou aumento de 30% no número de postos de trabalho locais. De acordo com o Transportation Institute, esse aumento foi possível graças ao Jones Act, lei de 1920 que garante que o transporte de cabotagem pela costa americana seja realizado por embarcações construídas no país, de propriedade de armadores locais e tripuladas por americanos, promovendo a manutenção da base industrial marítima dos EUA. Segundo o instituto, a indústria hoje emprega perto de 650 mil americanos, dos 50 estados, e contribui com US$ 154 bilhões para o crescimento econômico anual do país. Leia mais...

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PL da cabotagem não preserva indústria naval brasileira, afirma Sinaval

O Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) propôs que o governo não apresente ao Congresso o projeto de lei relacionado ao programa de estímulo à cabotagem (BR do Mar). No ofício encaminhado ao Ministério da Infraestrutura, nesta terça-feira (19), a entidade alega que o texto do PL, conforme se tem conhecimento, altera a legislação referente à navegação de cabotagem no Brasil, permitindo a importação de novos navios para atuar no modal, sem gerar novos empregos no país.

Os estaleiros representados pelo Sinaval defendem que a indústria nacional está devidamente capacitada a produzir as embarcações demandadas pelos armadores brasileiros. O grupo espera que o governo tome as medidas necessárias para retomada das atividades da indústria naval, contribuindo para a reconstrução econômica do país, gerando emprego e renda nos próximos anos.

O Sinaval entende que, durante a recessão, há tendência de uma redução significativa na produção e comercialização de produtos, o que já observa durante a crise sanitária. Para o sindicato, esse cenário torna desnecessária a importação de navios novos, tendo em vista que a frota atual de cabotagem deverá atender adequadamente à demanda do segmento.

“O encaminhamento desse PL ao Legislativo nesta conjuntura que o Brasil está atravessando e nos meses que a seguirão parece-nos inoportuno e desnecessário, considerando-se que, após a pandemia, o país deverá entrar em um longo período de recessão econômica, conforme antecipado por autoridades financeiras nacionais e estrangeiras e reconhecido publicamente pelo próprio Ministério da Economia”, destaca a carta, assinada pelo presidente do Sinaval, Ariovaldo Rocha.

Um mergulho no pré-sal

Com break-even competitivo, província offshore seguirá no foco da Petrobras; confira os principais projetos em tela. Em meio à maior crise dos últimos 100 anos no setor de óleo e gás, a Petrobras reiterou, na última sexta-feira (8/5), a importância das descobertas feitas no pré-sal, assegurando a manutenção do foco de seus investimentos nos projetos de exploração e produção na província offshore. Leia mais...

Projeto de novo Navio de Apoio Antártico segue em consulta

Há pouco mais de um ano, a Marinha lançou uma sondagem no mercado sobre a possibilidade de construção de um navio de apoio Antártico (NApAnt). A força naval afirmou que o projeto NApAnt segue na fase de consulta de informações junto ao mercado, por intermédio do processo de solicitação de informações (RFI — Request For Information). A Diretoria de Gestão de Programas da Marinha (DGePM) informou que recebeu contribuições de empresas interessadas, nacionais e estrangeiras, do setor naval que atenderam à chamada pública em fevereiro de 2019. O processo para aquisição do NApAnt prevê a substituição do navio de apoio oceanográfico (NApOc) Ary Rongel.

Brasil deve retomar conteúdo local e Prominp para estimular empregos e ajudar na retomada em óleo e gás

Neste Dia do Trabalhador (1º), o Petronotícias abre o noticiário falando sobre o futuro dos milhares de profissionais do setor de petróleo. É evidente que o momento atual é desafiador e, por vezes, a luz no fim do túnel pode parecer distante. Mas a indústria brasileira é forte e, por isso, é hora de enfrentar o coronavírus e também projetar como será a retomada do setor de óleo e gás. Experiências passadas, como a política de conteúdo local, que tantos empregos gerou no país, e até mesmo o Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), que formou mais 80 mil profissionais para o mercado de O&G, são iniciativas que merecem ser retomadas e ganhar atenção como ferramentas para combater a recessão que se avizinha no país.

CORONAVÍRUS:
Financiamentos do FMM celebrados pelo BNDES terão cobranças suspensas


Há R$ 23,5 bilhões em contratos com armadores e estaleiros que poderão se beneficiar da medida
Como ação para enfrentamento dos efeitos do novo Coronavírus, o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) aprovou medida emergencial para a suspensão de cobrança dos empréstimos por até 6 meses. Essa suspensão poderá ser estendida aos financiamentos celebrados pelo BNDES com recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM), sujeita aos prazos máximos de carência estabelecidos na legislação e observadas as políticas e normas de crédito do BNDES. Leia mais...

Starnav recebe seu 8° rebocador de 80ton. de ‘bollard pull’


A Starnav recebe nesta quinta-feira (30) o rebocador "Starnav Alpha", que irá operar no Porto de Rio Grande (RS). Esta é a oitava e última unidade da série de rebocadores azimutais do tipo "escort tug" de 80 toneladas de "bollard pull" construídos pelo estaleiro Detroit em Itajaí (SC). Leia mais...