O SINAVAL é a instituição que representa
os estaleiros brasileiros instalados
em diversas regiões do país.

EBR entrega mais um projeto no prazo

O Estaleiro EBR concluiu em janeiro de 2020 a fabricação de dois módulos para a plataforma FPSO Guanabara MV31, que está sendo construída pela MODEC Offshore Production Systems (Singapore) Pte. Ltd. e operará no Campo de Mero, na gigantesca área do pré-sal na costa do Brasil.

Destinados ao tratamento e injeção de água do mar para incorporação à planta de processo da unidade, os módulos foram embarcados no dia 31 de Janeiro rumo a China. “Com o escopo sob responsabilidade do EBR finalizado, fizemos o load-out dos módulos exatamente na data definida pela MODEC e com alto nível de qualidade. Com um gerenciamento bem-feito, cumprimos rigorosamente nosso compromisso com o cliente, sem nenhum acidente com afastamento”, destaca o CEO do Estaleiro EBR, Maurício Godoy.

Segundo o gerente comercial do EBR, Luiz Felipe Camargo, a construção dos módulos começou em janeiro de 2019. “Esse projeto marca o início do relacionamento do EBR com a MODEC e comprova a nossa capacidade de entrega dentro do prazo, com alta qualidade e atendendo rigorosos padrões de segurança”, afirma Luiz Felipe.

O gerente comercial do EBR destaca ainda que há a expectativa de aumento dos projetos de plataformas no mercado privado em decorrência da retomada dos leilões realizados pelo governo brasileiro. “Com a entrega do FPSO P-74, que levou a empresa a conquistar o prêmio de melhor fornecedor do ano da Petrobras, e agora, com o load-out dos módulos do FPSO Guanabara MV31 dentro do prazo, o EBR assume uma posição de destaque para conquistar novos projetos.”

Segundo ele, a continuidade de projetos no estaleiro é importante para a empresa melhorar continuamente sua competitividade, preservando empregos para os brasileiros. “Vislumbramos uma retomada no setor de construção offshore nos próximos meses, e o EBR está bem posicionado para participar dessas oportunidades”, conclui Luiz Felipe.

Artigos

Queremos indústria naval no Brasil?


Esta pergunta, que vale alguns bilhões de dólares e milhares de empregos no Brasil, precisa ser respondida pelo Governo Federal através de uma Política de Estado.

Historicamente, a indústria naval brasileira sempre viveu de soluços. São anos de bonança com obras e empregos e, depois, anos de terra arrasada, com grande desemprego, como estamos passando nos últimos quatro anos.

Mundialmente, os países que têm a indústria naval como um segmento importante implementam políticas para o desenvolvimento e a manutenção dessa indústria, o que é de conhecimento de quem entende minimamente do assunto, como podemos demonstrar abaixo.

Na China, o governo central é sócio dos estaleiros e garante, através de intervenção direta, que os preços praticados sejam muito mais baratos que os observados no mercado mundial, somando-se a isso, ainda, o fato de que os empregados chineses não têm os benefícios que hoje são pagos por toda a indústria brasileira.

No Japão, observa-se uma estreita cooperação do setor marítimo com o sistema bancário do país, fazendo com que os financiamentos sejam concedidos com taxas de juros muito atrativas, chegando a ser perto de zero por cento ao ano. A alta produtividade da indústria naval, adquirida após mais de 20 anos de investimentos no setor, e a existência de uma indústria de navipeças com atendimento praticamente de 100% das necessidades fazem com que a indústria daquele país seja muito procurada por armadores internacionais.

Na Coreia do Sul, os preços são cerca de 13% a 40% mais baixos que os próprios custos de produção, devido ao apoio governamental e à ampliação e instalação dos estaleiros como unidades de produção no ‘estado da arte’, com especialização no nicho de navios de grande porte, especialmente os VLCCs. Mas isso só foi possível, também, após 30 anos de investimentos no setor incentivados pelo governo local.

Nos EUA, o “Jones Act” é o compromisso de Estado da economia americana com o crescimento do emprego e a soberania nacional. Essa lei, basicamente, obriga que a cabotagem seja feita por navios de bandeira americana produzidos em estaleiros americanos e de propriedade de cidadãos americanos.

Como podemos ver, os países que têm uma indústria naval forte, independentemente de seu espectro político, só são fortes nessa indústria devido à intervenção do Estado. Não é razoável, portanto, supor que teremos uma indústria naval forte no Brasil se não tivermos o apoio de uma Política de Estado patrocinada pelo Governo Federal.

O Governo atual cobra do setor que ele seja competitivo. Podemos afirmar que, em igualdade de condições, somos competitivos — mas só em igualdade de condições, porque, enquanto tivermos os custos trabalhistas e tributários que temos e não forem sanadas as deficiências na infraestrutura logística do país que encarecem nossos custos, aliados à falta de navipeças no Brasil, não teremos como sermos competitivos, apesar da excelente qualidade da mão de obra brasileira.

A indústria naval precisa de perenidade em encomendas por pelo menos 20 anos, pois, sem isso, não conseguiremos atingir os índices internacionais de produtividade. Precisamos de linhas de crédito competitivas e de um Fundo Garantidor para estruturação de financiamentos, além de um conteúdo local adequado para que tenhamos uma indústria de navipeças no Brasil em condições de atender nossas necessidades para que, com isso, possamos baratear nossos custos.

Além disso, precisamos de uma reforma tributária eficaz para que possamos ter preços competitivos com os praticados no mercado internacional e, com isso, não dependermos somente da demanda local.

Escutamos constantemente que esta indústria já foi muito ajudada pelo Governo e não decolou. Isso não é verdade, pois quem conhece nossa indústria sabe que entregamos mais de 500 embarcações em pouco mais de oito anos: navios petroleiros, gaseiros, de apoio marítimo (PSVs, AHTSs, PLSVs e outros), bem como várias plataformas marítimas, completas ou com montagem e integração de módulos. E tudo isso foi feito com qualidade muito superior às obras navais que hoje recebemos, vindas da China e de outros países asiáticos.

]No Brasil, setores como a indústria automobilística e a agricultura recebem subsídios diretos do Estado brasileiro há muitas dezenas de anos e não vemos nenhuma perspectiva de modificação nessa prática, apesar do discurso de que o mercado tem de ser o parâmetro. No caso desses dois setores, não só o mercado, mas também os subsídios, é que ditam o crescimento.

Portanto, a resposta à pergunta que vale bilhões de dólares e milhares de empregos no Brasil, que a indústria naval aguarda, deve vir da vontade de criar uma Política de Estado adequada por parte do Governo Federal.

Ariovaldo Rocha – Presidente do Sinaval

Marinha: Nota de Esclarecimento – Matéria Míriam Leitão

Em relação à coluna da jornalista Míriam Leitão “O liberalismo à moda da casa”, publicada hoje (01/02), no jornal “O Globo”, a Marinha do Brasil esclarece que a Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron), por ser uma estatal não dependente do orçamento federal, foi capitalizada para investimentos na iniciativa privada, sem afetar o Resultado Primário Consolidado do Governo e a Regra do Teto de Gastos, visando atender a programas estratégicos, como a construção de navios Classe Tamandaré e Navio de Apoio Antártico, sem utilização na aquisição, pela primeira vez, de financiamento externo. Leia mais.

Notícias da Semana

Apoio portuário e navegação interior são destaques entre novas prioridades do FMM

Projetos de apoio portuário e de navegação foram os destaques entre as novas prioridades concedidas pelo Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM) durante a 42ª reunião ordinária, realizada no último dia 4, em Brasília. Na ocasião, a Sulnorte obteve prioridade para construção de 10 rebocadores portuários de 75 toneladas de tração estática (TTE), no Estaleiro Rio Maguari (PA), com valor total de R$ 321 milhões. A Starnav recebeu a prioridade para construção de quatro rebocadores azimutais de 80 TTE, no estaleiro Detroit (SC), com valor total de R$ 151 milhões. A Internacional Marítima conseguiu prioridade para construção de um dique flutuante, três empurradores 4000 BHP, no Estaleiro INC - Indústria Naval Catarinense, com valor total de R$ 103,2 milhões. Somente essas aprovações totalizam R$ 575 milhões, mais da metade dos R$ 1,1 bilhão aprovados nessa reunião para novos projetos.

SINAVAL Informa

Reunião do SINAVAL com o Ministro da Infraestrutura

O SINAVAL participou nesta segunda-feira dia 02/09/2019 de reunião em Brasília com o Ministro de Estado da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, ocasião em que foi apresentada a situação geral da Indústria Naval e Offshore Brasileira no âmbito das discussões do Programa BR do Mar, a ser lançado em outubro sob a forma de Medida Provisória. Leia mais.

Itaguaí Construções Navais comemora dez anos com avanços no PROSUB

A Itaguaí Construções Navais comemorou hoje, 21/08, os dez anos de criação da empresa, que é responsável por executar o PROSUB, o Programa de Desenvolvimento de Submarinos da Marinha do Brasil. A data marca uma década da assinatura do estatuto da ICN, formada pelos sócios Naval Group e OEC (Odebrecht Engenharia e Construção). A comemoração ocorreu nas instalações do estaleiro, localizado em Itaguaí (RJ), com a presença dos dois mil integrantes, além de representantes da Marinha do Brasil e da ICN.

SINAVAL Informa

Reunião do SINAVAL com o Vice-Presidente Hamilton Mourão

O SINAVAL foi recebido em Brasília na manhã de segunda-feira, dia 22 de julho, pelo Vice-Presidente da República Hamilton Mourão para apresentação da situação atual e das perspectivas da Indústria Naval e Offshore brasileira. O Presidente Ariovaldo Rocha estava acompanhado de Diretores do SINAVAL e de estaleiros associados à instituição.
Na primeira foto, o Vice-Presidente Mourão com o Presidente Rocha. Na segunda foto, o Vice-Presidente Mourão e o Presidente Rocha com Harro Burmann (Presidente do Estaleiro Atlântico Sul), Jorge Ferraz (Diretor do SINAVAL) e Maurício Bastos de Almeida (Presidente da Enseada Indústria Naval).

SINAVAL Informa

Reunião do SINAVAL com o Ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque

Na tarde da mesma segunda-feira 22 de julho, no Rio de Janeiro, o Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, recebeu o SINAVAL para uma breve análise da conjuntura da Indústria Naval e Offshore nacional e das alternativas que estão sendo discutidas no âmbito governamental sobre o futuro desse segmento industrial. O Ministro Bento Albuquerque estava acompanhado do Secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Marcio Felix Carvalho Bezerra e do Chefe de Gabinete José Roberto Bueno Junior. O Presidente do SINAVAL, Ariovaldo Rocha, fez-se acompanhar de uma comitiva de Diretores do SINAVAL e de estaleiros associados.
Na foto, gentilmente tirada pelo Chefe de Gabinete Bueno, aparecem, da esquerda para a direita: Gilberto Israel (Diretor da BrasFELS e Keppel FELS), Jorge Ferraz (Diretor do SINAVAL), T. Guhan (Presidente do EJA-Estaleiro Jurong Aracruz), Jorge Faria (Assessor da Presidência do SINAVAL), Maurício Bastos de Almeida (Presidente da Enseada Indústria Naval), o Ministro Bento Albuquerque, Ariovaldo Rocha (Presidente do SINAVAL), Lucila Lopes (Diretora do EJA-Estaleiro Jurong Aracruz) e Marcio Felix Carvalho Bezerra (Secretário do MME).

Notícias da Semana

Governo da Bahia debate novos modelos de negócios para o Estaleiro Enseada em Maragogipe

A reativação do Estaleiro Enseada, localizado em Maragogipe, no Recôncavo Baiano, foi discutida nesta terça-feira (23/07/2019), na Secretaria do Planejamento do Estado. Durante a reunião, os secretários Walter Pinheiro (Planejamento) e Marcus Cavalcanti (Infraestrutura), além do presidente do estaleiro, Maurício Almeida, representantes da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb) e de outras secretarias debateram a possibilidade de novos modelos de negócios para o empreendimento.

Economia marítima rende R$ 2 trilhões para o Brasil por ano

Responsável por concentrar metade da população brasileira, o litoral representa uma das principais fontes de riquezas do país. O mar rende R$ 2 trilhões por ano, o equivalente a 19% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos) nacional.
A estimativa foi apresentada em 24 de junho pelo representante da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar e comandante da Marinha, Rodrigo de Campos Carvalho. Um dos participantes da 1ª Conferência Ministerial Regional das Américas sobre Economia Verde, ele defendeu a importância da preservação dos recursos marinhos para assegurar o desenvolvimento sustentável.

Notícias da Semana

Estaleiros alertam governo sobre MP que flexibiliza importação de navios

Representantes da construção naval manifestaram formalmente ao Ministério da Infraestrutura os riscos da proposta de medida provisória que permite a importação de navios estrangeiros novos e usados na cabotagem, com isenções de impostos na importação (II, PIS, Cofins e ICMS). Na última quarta-feira (12), o Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação naval e Offshore (Sinaval) protocolou uma carta, endereçada ao ministro Tarcísio Freitas, na qual alerta que tal medida pode alterar drasticamente as regras vigentes da navegação brasileira (Lei 9432/1997), além de trazer prejuízos à construção naval, à cadeia produtiva e à geração de emprego e renda no país.

SINAVAL Informa

Nota Técnica – PLS nos. 423/2014, 2948/2019 e 3221/2019

O SINAVAL tomou conhecimento, com grande preocupação, dos Projetos de Lei nos. 423/2014, 2948/2019 e 3221/2019, apresentados pelo ilustres Senadores Kátia Abreu (PDT-TO), Alvaro Dias (PODE-PR) e Chico Rodrigues (DEM-RR), que propõem alterações na Lei nº. 9.432, de 08/01/1997, que dispõe sobre a ordenação do transporte aquaviário e dá outras providências. Os Projetos de Lei visam, principalmente, a permitir a aquisição, pelas empresas brasileiras de navegação (EBNs), de embarcações novas e usadas no mercado internacional, e a eliminar restrições ao afretamento de embarcações estrangeiras, alterando de forma prejudicial o marco regulatório dos setores da Navegação e da Indústria da Construção Naval brasileiras, que foi objeto de extensas e demoradas negociações do Governo com todas as partes interessadas e funciona perfeitamente há mais de 20 anos. Leia Mais...

Notícias da Semana

Governo da Coreia do Sul investe na recuperação da construção naval

Na sequência de um apoio público já anunciado, Seul orienta agora o financiamento para a construção de navios a GNL.
A Coreia do Sul tenciona investir 54 milhões de euros no apoio à recuperação dos estaleiros navais do país, terá anunciado o ministro do Comércio, Indústria e Energia sul-coreano, refere o World Maritime News. O jornal acrescenta que esse apoio será destinado, essencialmente, à conquista de encomendas para construção de navios amigos do ambiente, como os alimentados a gás natural liquefeito (GNL).
O apoio agora anunciado surge na sequência de um grande financiamento à construção naval divulgado em Novembro de 2018, quando o Governo revelou que iria criar um fundo de cerca de 1.315 milhões de euros para apoiar os construtores navais. Adicionalmente, o Governo tenciona investir 2.166 milhões de euros suplementares em infra-estruturas para o sector, susceptíveis de acolherem encomendas de até 140 navios a GNL em 2025.

SINAVAL Informa

Instalação da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Indústria Marítima Brasileira

Nesta quarta-feira, dia 24 de abril, realizou-se na Câmara dos Deputados, em Brasília, a cerimônia de instalação da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Indústria Marítima Brasileira, em um café da manhã organizado pela Presidente da Frente Parlamentar, Deputada Professora Dayane Pimentel (PSL-BA). O Presidente do SINAVAL, Ariovaldo Rocha, participou do evento, acompanhado do Vice-Presidente Executivo Carlos Macedo, responsável pela representação do SINAVAL em Brasília.

Notícias da Semana

Lançada frente parlamentar em defesa da indústria marítima

Foi lançada nesta quarta-feira (24), na Câmara dos Deputados, a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Indústria Marítima. O grupo reúne 207 deputados e 15 senadores com o objetivo de propor ações de incentivo ao setor naval. De acordo com a coordenadora da frente, deputada Professora Dayane Pimentel (PSL-BA), a indústria marítima brasileira perdeu 60 mil postos de trabalho desde 2014. “Estamos falando de 80 mil empregos que caíram para 19 mil”, disse. Ela defendeu medidas que aumentem as encomendas de navios nacionais e anunciou que o grupo entraria em contato com o presidente Jair Bolsonaro para pedir incentivos.

Projeto de lei dos EUA incentiva construção naval dedicada à cabotagem

Brasil e Estados Unidos são países privilegiados por contar com extensas costas marítimas. O território norte-americano, inclusive, é banhado por dois oceanos - Pacífico e Atlântico - e ocupa a nona posição entre as maiores extensões litorâneas do planeta. Entretanto, a frota de embarcações destas nações é muito baixa, reflexo de uma indústria marítima muito aquém de suas possibilidades e em posição de fragilidade se comparadas às indústrias de Alemanha, Japão, Noruega, Grécia e Cingapura, entre outras.
Para reverter este panorama um projeto de Lei foi apresentado nos Estados Unidos com o intuito de incentivar a construção naval dedicada à cabotagem. Em artigo escrito para o Portogente, o gerente de Desenvolvimento e Estudos da Agência Nacional de Transporte Aquaviários (Antaq), Cláudio Soares, avalia a iniciativa e demonstra como democratas e republicanos concordam em apontar a navegação interior como questão de segurança nacional, estímulo ao desenvolvimento e geração de empregos.

‘Jones Act’ contribuiu para 30% a mais empregos na indústria marítima dos EUA, aponta instituto

O setor marítimo dos Estados Unidos registrou aumento de 30% no número de postos de trabalho locais. De acordo com o Transportation Institute, esse aumento foi possível graças ao Jones Act, lei de 1920 que garante que o transporte de cabotagem pela costa americana seja realizado por embarcações construídas no país, de propriedade de armadores locais e tripuladas por americanos, promovendo a manutenção da base industrial marítima dos EUA. Segundo o instituto, a indústria hoje emprega perto de 650 mil americanos, dos 50 estados, e contribui com US$ 154 bilhões para o crescimento econômico anual do país.

Últimas Notícias

15 contratos de FPSOs até 2023

A SBM Offshore prevê que 15 dos 35 potenciais novos contratos de FPSOs nos próximos três anos no mundo serão firmados no Brasil. Em segundo lugar está o offshore africano, com seis possíveis novos contratos de plataformas. O cenário foi apresentado a analistas de mercado na quinta-feira (13/2).

A impressão 3D pode revolucionar a aquisição de peças de reposição?

Portal online de compras eletrônicas para peças de reposição e equipamentos marítimos, a ShipParts está participando de um projeto para investigar como a fabricação aditiva, mais conhecida como impressão 3D, pode revolucionar a maneira pela qual as peças de reposição são adquiridas e entregues.

Portos do Paraná recebem novo rebocador com mais tecnologia

Os portos do Paraná receberam um reforço nas operações de apoio marítimo. Trata-se de um novo rebocador, maior e mais potente, que se junta aos outros 11 que já atuam nos terminais paranaenses. O Starnav Electra tem 32 metros de comprimento, 11,6 metros de largura (boca) e calado de 6,03. A tração estática da embarcação é de 81,5 toneladas.

Assinatura de contrato dos navios Tamandaré tem data marcada

A assinatura do contrato para construção dos quatro navios classe Tamandaré está prevista para o dia 4 de março. O departamento de imprensa da Marinha informou que a cerimônia será em local a ser definido em Brasília (DF). O consórcio Águas Azuis, liderado pela thyssenkrupp Marine Systems, com a Embraer Defesa & Segurança e a Atech, foi selecionado como fornecedor preferencial para a construção dos navios para a força naval. A partir da divulgação do resultado, em março do ano passado, o contrato final passou a ser negociado entre o consórcio e a Empresa Gerencial de Projetos navais (Emgepron). A previsão inicial era que o contrato fosse assinado até o final de 2019, o que não se confirmou.

Motores marítimos garantem espaço na Marintec/Navalshore

Com 60% de seu espaço comercializado, a 16ª edição da Marintec South America - Navalshore já conta com a participação da quase totalidade das principais marcas de motores marítimos presentes no país. A feira será realizada de 11 a 13 de agosto no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro, e terá como expositores a Cummins, Yanmar, MTU, MAN, Mitsubishi, Sotreq e Pesa.

MInfra disponibiliza ambiente piloto do Sistema de Controle de Projetos do FMM

A Secretaria de Fomento, Planejamento e Parcerias (SFPP) disponibilizou o Sistema de Controle de Projetos do Fundo da Marinha Mercante (FMM), que faz parte do Programa de Transformação Digital do Ministério da Infraestrutura. O objetivo é que o sistema, que está em fase de testes para avaliação das rotinas do processo de financiamento, possibilite ao MInfra a visão e controle globais de todas as fases da gestão dos financiamentos do FMM.

Quase US$ 30 bi em FPSOs no quinquênio

Os investimentos (capex) em unidades flutuantes de produção no Brasil até 2024 devem chegar a US$ 28,4 bilhões, segundo estudo da Energy Maritime Associates (EMA). O montante corresponde a cerca de um terço do total global no período, da ordem de US$ 98,9 bilhões.

ANP aprova revisão de resolução sobre conteúdo local

A diretoria da ANP aprovou nesta quinta-feira (30) revisão pontual da Resolução ANP n° 19/2013, que dispõe sobre os critérios e procedimentos para execução das atividades de Certificação de Conteúdo Local. O objetivo é permitir a certificação de produtos importados que contenham componentes nacionais incorporados, incluindo bens, sistemas, materiais e serviços certificados individualmente antes de incorporação ao produto importado.