O SINAVAL é a instituição que representa
os estaleiros brasileiros instalados
em diversas regiões do país.

CORONAVÍRUS:
Financiamentos do FMM celebrados pelo BNDES terão cobranças suspensas


Há R$ 23,5 bilhões em contratos com armadores e estaleiros que poderão se beneficiar da medida

Como ação para enfrentamento dos efeitos do novo Coronavírus, o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) aprovou medida emergencial para a suspensão de cobrança dos empréstimos por até 6 meses. Essa suspensão poderá ser estendida aos financiamentos celebrados pelo BNDES com recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM), sujeita aos prazos máximos de carência estabelecidos na legislação e observadas as políticas e normas de crédito do BNDES.

Os financiamentos com recursos do FMM possuem prazo de até 4 anos de carência e até 20 anos de amortização, de acordo com a regulamentação do Conselho Monetário Nacional (CMN). Os financiamentos do FMM são realizados por meio dos bancos oficiais federais, e o BNDES é o principal agente financiador do FMM, com saldo emprestado de R$ 23,5 bilhões.

Como o FMM acumulou excedentes de arrecadação nos últimos anos, a suspensão temporária não prejudicará a execução do orçamento de 2020 para novas contratações.

SOBRE O FUNDO – O FMM é administrado pelo Ministério da Infraestrutura, por intermédio do Conselho Diretor do FMM, sendo a principal fonte de financiamento de longo prazo do setor naval. O Fundo disponibiliza recursos para a instalação e modernização de estaleiros e para que as empresas brasileiras possam estabelecer-se, renovar ou ampliar sua frota de embarcações.

Para mais informações sobre apresentação dos pedidos de suspensão de cobrança e indicação dos contratos a serem beneficiados, acesse: https://www.bndes.gov.br.
Assessoria Especial de Comunicação
Ministério da Infraestrutura

FMM destina R$ 5,6 bilhões para projetos do setor naval

Maior parte dos recursos será destinada a projetos já aprovados e que obtiveram novo prazo para contratação do financiamento; Conselho também aprovou a prestação de contas de 2019.
O Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM) aprovou, na 43ª Reunião Ordinária, realizada neste mês, R$ 5,6 bilhões de investimentos para o setor naval. A maior parte dos recursos será destinada para projetos que já tinham sido aprovados pelo Conselho e que obtiveram novo prazo para contratação do financiamento com recursos Fundo. Na ocasião, o Conselho também aprovou a prestação de contas de 2019 do FMM.

Notícias da Semana

Marinha faz chamamento público para a obtenção de navios hidroceanográficos

A Diretoria de Gestão de Programas da Marinha (DGePM), com sede na Rua 1º de Março, 10º andar, Edifício Barão de Ladário, Centro, Rio de Janeiro-RJ, CEP 20.010-000, participa a intenção da Marinha do Brasil (MB) em iniciar o processo de obtenção de dois Navios Hidroceanográficos de 2ª Classe (NHo-2).
As empresas interessadas em fornecer à MB as respostas iniciais poderão, no período compreendido entre 9h do dia 19/03/2020 e 15h do dia 09/04/2020, retirar o documento intitulado “Solicitação de Informações” (“Request For Information” – RFI), o qual visa a buscar dados preliminares no que concerne aos projetos técnicos existentes de Navios Hidroceanográficos (NHo).

Notícias da Semana

Marinha e consórcio assinam contrato para construção de navios Tamandaré

A Empresa Gerencial Projetos Navais (Emgepron) e o consórcio Águas Azuis, formado pela thyssenkrupp Marine Systems, Embraer Defesa & Segurança e Atech, assinaram nesta quinta-feira (5), no Rio de Janeiro, o contrato para a construção dos quatro navios classe Tamandaré de última geração, com entregas previstas para o período entre 2025 e 2028. A construção será realizada no estaleiro Oceana, em Itajaí (SC), com expectativa de taxas de conteúdo local acima de 30% para o primeiro navio e de 40% para os demais.

A thyssenkrupp fornecerá a tecnologia naval de sua comprovada plataforma de construção de navios de defesa da Classe Meko, que já opera em 15 países. A Embraer integrará sensores e armamentos ao sistema de combate. A Atech, empresa do grupo Embraer especializada em engenharia de sistemas para aplicações de defesa, será a fornecedora do CMS (Combat Management System) e do IPMS (Integrated Platform Management System, da L3 MAPPS) e receptora de transferência de tecnologia em cooperação com a Atlas Elektronik, subsidiária da thyssenkrupp Marine Systems que produz o CMS e sistemas de sonar.

A thyssenkrupp destacou que a assinatura é um novo marco na história da defesa naval brasileira, assim como foi a construção dos submarinos da Classe Tupi na década de 1980. “O programa classe Tamandaré irá fortalecer nossos laços, por meio da transferência de tecnologia e da geração de empregos altamente qualificados para o país”, afirmou o CEO da thyssenkrupp Marine Systems, Rolf Wirtz. O CEO da Embraer Defesa & Segurança, Jackson Schneider salientou a expansão do portfólio de defesa e segurança do grupo além do segmento aeronáutico, com o desenvolvimento e a integração de sistemas complexos, a fim de tornar a empresa qualificada para atender às necessidades da Marinha do Brasil e de fortalecer a posição como parceiro estratégico do Estado Brasileiro.

O contrato inclui transferência de tecnologia em engenharia naval para fabricação de navios militares e sistemas de gerenciamento de combate e de plataforma, bem como o apoio logístico integrado e o gerenciamento do ciclo de vida das embarcações. O programa classe Tamandaré prevê qualificação da mão de obra local, o que pode garantir o desenvolvimento de futuros projetos estratégicos de defesa no Brasil. O consórcio acredita que a aliança entre a thyssenkrupp Marine Systems e a Embraer Defesa & Segurança permitirá criar bases para a exportação de produtos de defesa naval a partir do Brasil.

A classe Meko®, da thyssenkrupp Marine Systems, já é utilizada em 82 embarcações em operação em marinhas de 15 países, entre os quais: Portugal, Grécia, Austrália, Argentina e Argélia. A thyssenkrupp afirma que o conceito Meko de design modular facilita a integração local e a transferência de tecnologia, ajudando a reduzir os custos de manutenção e modernização. "Combinando tecnologia de ponta, inovação e capacidades robustas de combate, a Classe Meko® é um autêntico navio-escolta para águas azuis com qualidades excepcionais de autonomia e robustez", destaca a empresa.

VLOC sofre avaria e corre risco de naufrágio a 100Km da costa do MA


O navio MV Stellar Banner, classe VLOC (very large ore carrier), sofreu avaria no casco e passa por uma operação, nesta quarta-feira (26), para evitar seu naufrágio a 100 quilômetros da costa de São Luís (MA). Fontes ouvidas pela Portos e Navios relataram que o comandante pediu apoio de terra após verificada a entrada de água nos seus compartimentos de carga e indicada possibilidade de fissura no casco.

Procurada pela reportagem, a Vale informou que foi comunicada pela empresa sul-coreana Polaris, proprietária e operadora do navio, que a embarcação sofreu avaria na proa após deixar o terminal marítimo de Ponta da Madeira, em São Luís (MA), na noite de segunda-feira (24), já fora do canal de acesso ao porto. Até o momento, a Vale não informou nem o volume de minério nem a quantidade de combustível a bordo do navio, que tem capacidade para transporte da ordem de 300 mil toneladas de minério.

De acordo com a Vale, a Polaris também reportou que, por medida de precaução, os 20 tripulantes foram evacuados com segurança e que o comandante do navio adotou manobra de encalhe a cerca de 100 quilômetros da costa de São Luís. “Como operadora portuária, a Vale está atuando com suporte técnico-operacional, com o envio de rebocadores, e colaborando com as autoridades marítimas", disse a Vale em nota.

A proprietária do Stellar Banner explicou que um dos tanques sofreu alguns danos, mas ressaltou que todos os porões de carga se encontram intactos e que a situação está sob controle. De acordo com a empresa, o navio (300.660 Dwt) passará por inspeções para avaliação dos danos e uma empresa de resgate foi organizada para fins de contingência. A Polaris relata que a embarcação entrou em contato com o fundo do mar depois de partir da Ponta da Madeira aproximadamente às 21h30 do horário local do dia 24. O armador destacou que todos os membros da tripulação estão seguros e que não há contaminação. "Todas as autoridades foram acionadas de acordo com os procedimentos padrão"​, salienta a empresa em nota.

A Capitania dos Portos do Maranhão (CPMA), informou que, na manhã da última terça-feira (25), tomou conhecimento, por meio de uma agência marítima, de que o navio Stellar Banner apresentou um problema, ainda não identificado, nas proximidades da boia número 1 no canal da Baía de São Marcos, cerca de 32 milhas do Farol de Santana. Segundo a capitania, o incidente ocorreu no dia 24, por volta das 21h30. Foram identificados dois vazamentos avante da embarcação. De acordo com a CPMA, o navio encontrava-se encalhado na tarde desta quarta-feira (26).

"Quatro rebocadores se deslocaram em direção ao navio para coletar mais informações e prestar apoio, caso necessário. A tripulação permanece em segurança na área à bordo dos rebocadores enviados. A Marinha instaurou um inquérito administrativo para apurar causas, circunstâncias e responsabilidades do incidente", informa a capitania.

Na manhã desta quarta-feira (26), ocorreu uma reunião com o agente marítimo, representante da Vale, autoridade portuária e com dois membros da empresa Ardent Global, contratada pelo armador para apresentar tão logo possível o plano de salvatagem desta embarcação. Um rebocador com material para conter possíveis danos ambientais foi enviado pela Vale ao local a fim de prevenir futuras possibilidades de vazamento.

Fonte: Portos e Navios – Danilo Oliveira

NOTA:

O SINAVAL lamenta mais este acidente com navios a serviço da Vale e continuará a acompanhar o noticiário sobre o assunto.

Em que pese o fato de, felizmente, desta vez não ter havido perdas de vidas humanas, as perdas materiais levam à reflexão de que, como ocorreu em 2011 com a primeira operação de carregamento de um navio da Vale em Porto da Madeira, no Maranhão, e com o naufrágio de outro grande navio na costa uruguaia em 2017 com várias mortes, este novo acidente com um navio construído na Ásia a serviço da Companhia é uma demonstração de que um produto estrangeiro aparentemente barato pode trazer sérios riscos para a empresa e para o Brasil.

A opção pela contratação de navios na Ásia a pretexto de serem mais baratos do que seus similares produzidos no Brasil deveria, em nosso entendimento, ser repensada. Essa reflexão pode, também, ser estendida à Petrobras, que decidiu adquirir suas plataformas na Ásia, em detrimento da indústria naval nacional, e já teve problemas com a qualidade do produto recebido, como ocorreu com a plataforma P-67.

Lembremos que aquela unidade, do tipo FPSO, depois de chegar da China em julho de 2018, passou por reparos demorados na Baía de Guanabara antes de entrar em serviço no campo de Lula Norte, na Bacia de Santos. O prejuízo com o adiamento da produção de petróleo em mais de seis meses por essa plataforma nunca foi observado com as plataformas produzidas no Brasil, lançando dúvidas se a opção pela construção de plataformas na Ásia é realmente a mais conveniente para o País.

Artigos

Queremos indústria naval no Brasil?


Esta pergunta, que vale alguns bilhões de dólares e milhares de empregos no Brasil, precisa ser respondida pelo Governo Federal através de uma Política de Estado.

Historicamente, a indústria naval brasileira sempre viveu de soluços. São anos de bonança com obras e empregos e, depois, anos de terra arrasada, com grande desemprego, como estamos passando nos últimos quatro anos.

Mundialmente, os países que têm a indústria naval como um segmento importante implementam políticas para o desenvolvimento e a manutenção dessa indústria, o que é de conhecimento de quem entende minimamente do assunto, como podemos demonstrar abaixo.

Na China, o governo central é sócio dos estaleiros e garante, através de intervenção direta, que os preços praticados sejam muito mais baratos que os observados no mercado mundial, somando-se a isso, ainda, o fato de que os empregados chineses não têm os benefícios que hoje são pagos por toda a indústria brasileira.

No Japão, observa-se uma estreita cooperação do setor marítimo com o sistema bancário do país, fazendo com que os financiamentos sejam concedidos com taxas de juros muito atrativas, chegando a ser perto de zero por cento ao ano. A alta produtividade da indústria naval, adquirida após mais de 20 anos de investimentos no setor, e a existência de uma indústria de navipeças com atendimento praticamente de 100% das necessidades fazem com que a indústria daquele país seja muito procurada por armadores internacionais.

Na Coreia do Sul, os preços são cerca de 13% a 40% mais baixos que os próprios custos de produção, devido ao apoio governamental e à ampliação e instalação dos estaleiros como unidades de produção no ‘estado da arte’, com especialização no nicho de navios de grande porte, especialmente os VLCCs. Mas isso só foi possível, também, após 30 anos de investimentos no setor incentivados pelo governo local.

Nos EUA, o “Jones Act” é o compromisso de Estado da economia americana com o crescimento do emprego e a soberania nacional. Essa lei, basicamente, obriga que a cabotagem seja feita por navios de bandeira americana produzidos em estaleiros americanos e de propriedade de cidadãos americanos.

Como podemos ver, os países que têm uma indústria naval forte, independentemente de seu espectro político, só são fortes nessa indústria devido à intervenção do Estado. Não é razoável, portanto, supor que teremos uma indústria naval forte no Brasil se não tivermos o apoio de uma Política de Estado patrocinada pelo Governo Federal.

O Governo atual cobra do setor que ele seja competitivo. Podemos afirmar que, em igualdade de condições, somos competitivos — mas só em igualdade de condições, porque, enquanto tivermos os custos trabalhistas e tributários que temos e não forem sanadas as deficiências na infraestrutura logística do país que encarecem nossos custos, aliados à falta de navipeças no Brasil, não teremos como sermos competitivos, apesar da excelente qualidade da mão de obra brasileira.

A indústria naval precisa de perenidade em encomendas por pelo menos 20 anos, pois, sem isso, não conseguiremos atingir os índices internacionais de produtividade. Precisamos de linhas de crédito competitivas e de um Fundo Garantidor para estruturação de financiamentos, além de um conteúdo local adequado para que tenhamos uma indústria de navipeças no Brasil em condições de atender nossas necessidades para que, com isso, possamos baratear nossos custos.

Além disso, precisamos de uma reforma tributária eficaz para que possamos ter preços competitivos com os praticados no mercado internacional e, com isso, não dependermos somente da demanda local.

Escutamos constantemente que esta indústria já foi muito ajudada pelo Governo e não decolou. Isso não é verdade, pois quem conhece nossa indústria sabe que entregamos mais de 500 embarcações em pouco mais de oito anos: navios petroleiros, gaseiros, de apoio marítimo (PSVs, AHTSs, PLSVs e outros), bem como várias plataformas marítimas, completas ou com montagem e integração de módulos. E tudo isso foi feito com qualidade muito superior às obras navais que hoje recebemos, vindas da China e de outros países asiáticos.

No Brasil, setores como a indústria automobilística e a agricultura recebem subsídios diretos do Estado brasileiro há muitas dezenas de anos e não vemos nenhuma perspectiva de modificação nessa prática, apesar do discurso de que o mercado tem de ser o parâmetro. No caso desses dois setores, não só o mercado, mas também os subsídios, é que ditam o crescimento.

Portanto, a resposta à pergunta que vale bilhões de dólares e milhares de empregos no Brasil, que a indústria naval aguarda, deve vir da vontade de criar uma Política de Estado adequada por parte do Governo Federal.

Ariovaldo Rocha – Presidente do Sinaval

Artigos

O papel da Indústria Naval na economia e na geração de empregos

O baixo crescimento de nossa economia, somado ao grande número de desempregados no Brasil, tem sido fruto de uma política estrategicamente equivocada da percepção do papel da indústria de transformação no desenvolvimento do País. Leia mais.
Ariovaldo Rocha – Presidente do SINAVAL

Marinha: Nota de Esclarecimento – Matéria Míriam Leitão

Em relação à coluna da jornalista Míriam Leitão “O liberalismo à moda da casa”, publicada hoje (01/02), no jornal “O Globo”, a Marinha do Brasil esclarece que a Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron), por ser uma estatal não dependente do orçamento federal, foi capitalizada para investimentos na iniciativa privada, sem afetar o Resultado Primário Consolidado do Governo e a Regra do Teto de Gastos, visando atender a programas estratégicos, como a construção de navios Classe Tamandaré e Navio de Apoio Antártico, sem utilização na aquisição, pela primeira vez, de financiamento externo. Leia mais.

EBR entrega mais um projeto no prazo

O Estaleiro EBR concluiu em janeiro de 2020 a fabricação de dois módulos para a plataforma FPSO Guanabara MV31, que está sendo construída pela MODEC Offshore Production Systems (Singapore) Pte. Ltd. e operará no Campo de Mero, na gigantesca área do pré-sal na costa do Brasil.

Destinados ao tratamento e injeção de água do mar para incorporação à planta de processo da unidade, os módulos foram embarcados no dia 31 de Janeiro rumo a China. “Com o escopo sob responsabilidade do EBR finalizado, fizemos o load-out dos módulos exatamente na data definida pela MODEC e com alto nível de qualidade. Com um gerenciamento bem-feito, cumprimos rigorosamente nosso compromisso com o cliente, sem nenhum acidente com afastamento”, destaca o CEO do Estaleiro EBR, Maurício Godoy.

Segundo o gerente comercial do EBR, Luiz Felipe Camargo, a construção dos módulos começou em janeiro de 2019. “Esse projeto marca o início do relacionamento do EBR com a MODEC e comprova a nossa capacidade de entrega dentro do prazo, com alta qualidade e atendendo rigorosos padrões de segurança”, afirma Luiz Felipe.

O gerente comercial do EBR destaca ainda que há a expectativa de aumento dos projetos de plataformas no mercado privado em decorrência da retomada dos leilões realizados pelo governo brasileiro. “Com a entrega do FPSO P-74, que levou a empresa a conquistar o prêmio de melhor fornecedor do ano da Petrobras, e agora, com o load-out dos módulos do FPSO Guanabara MV31 dentro do prazo, o EBR assume uma posição de destaque para conquistar novos projetos.”

Segundo ele, a continuidade de projetos no estaleiro é importante para a empresa melhorar continuamente sua competitividade, preservando empregos para os brasileiros. “Vislumbramos uma retomada no setor de construção offshore nos próximos meses, e o EBR está bem posicionado para participar dessas oportunidades”, conclui Luiz Felipe.

Notícias da Semana

Apoio portuário e navegação interior são destaques entre novas prioridades do FMM

Projetos de apoio portuário e de navegação foram os destaques entre as novas prioridades concedidas pelo Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM) durante a 42ª reunião ordinária, realizada no último dia 4, em Brasília. Na ocasião, a Sulnorte obteve prioridade para construção de 10 rebocadores portuários de 75 toneladas de tração estática (TTE), no Estaleiro Rio Maguari (PA), com valor total de R$ 321 milhões. A Starnav recebeu a prioridade para construção de quatro rebocadores azimutais de 80 TTE, no estaleiro Detroit (SC), com valor total de R$ 151 milhões. A Internacional Marítima conseguiu prioridade para construção de um dique flutuante, três empurradores 4000 BHP, no Estaleiro INC - Indústria Naval Catarinense, com valor total de R$ 103,2 milhões. Somente essas aprovações totalizam R$ 575 milhões, mais da metade dos R$ 1,1 bilhão aprovados nessa reunião para novos projetos.

SINAVAL Informa

Reunião do SINAVAL com o Ministro da Infraestrutura

O SINAVAL participou nesta segunda-feira dia 02/09/2019 de reunião em Brasília com o Ministro de Estado da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, ocasião em que foi apresentada a situação geral da Indústria Naval e Offshore Brasileira no âmbito das discussões do Programa BR do Mar, a ser lançado em outubro sob a forma de Medida Provisória. Leia mais.

Itaguaí Construções Navais comemora dez anos com avanços no PROSUB

A Itaguaí Construções Navais comemorou hoje, 21/08, os dez anos de criação da empresa, que é responsável por executar o PROSUB, o Programa de Desenvolvimento de Submarinos da Marinha do Brasil. A data marca uma década da assinatura do estatuto da ICN, formada pelos sócios Naval Group e OEC (Odebrecht Engenharia e Construção). A comemoração ocorreu nas instalações do estaleiro, localizado em Itaguaí (RJ), com a presença dos dois mil integrantes, além de representantes da Marinha do Brasil e da ICN.

SINAVAL Informa

Reunião do SINAVAL com o Vice-Presidente Hamilton Mourão

O SINAVAL foi recebido em Brasília na manhã de segunda-feira, dia 22 de julho, pelo Vice-Presidente da República Hamilton Mourão para apresentação da situação atual e das perspectivas da Indústria Naval e Offshore brasileira. O Presidente Ariovaldo Rocha estava acompanhado de Diretores do SINAVAL e de estaleiros associados à instituição.
Na primeira foto, o Vice-Presidente Mourão com o Presidente Rocha. Na segunda foto, o Vice-Presidente Mourão e o Presidente Rocha com Harro Burmann (Presidente do Estaleiro Atlântico Sul), Jorge Ferraz (Diretor do SINAVAL) e Maurício Bastos de Almeida (Presidente da Enseada Indústria Naval).

SINAVAL Informa

Reunião do SINAVAL com o Ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque

Na tarde da mesma segunda-feira 22 de julho, no Rio de Janeiro, o Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, recebeu o SINAVAL para uma breve análise da conjuntura da Indústria Naval e Offshore nacional e das alternativas que estão sendo discutidas no âmbito governamental sobre o futuro desse segmento industrial. O Ministro Bento Albuquerque estava acompanhado do Secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Marcio Felix Carvalho Bezerra e do Chefe de Gabinete José Roberto Bueno Junior. O Presidente do SINAVAL, Ariovaldo Rocha, fez-se acompanhar de uma comitiva de Diretores do SINAVAL e de estaleiros associados.
Na foto, gentilmente tirada pelo Chefe de Gabinete Bueno, aparecem, da esquerda para a direita: Gilberto Israel (Diretor da BrasFELS e Keppel FELS), Jorge Ferraz (Diretor do SINAVAL), T. Guhan (Presidente do EJA-Estaleiro Jurong Aracruz), Jorge Faria (Assessor da Presidência do SINAVAL), Maurício Bastos de Almeida (Presidente da Enseada Indústria Naval), o Ministro Bento Albuquerque, Ariovaldo Rocha (Presidente do SINAVAL), Lucila Lopes (Diretora do EJA-Estaleiro Jurong Aracruz) e Marcio Felix Carvalho Bezerra (Secretário do MME).

Notícias da Semana

Governo da Bahia debate novos modelos de negócios para o Estaleiro Enseada em Maragogipe

A reativação do Estaleiro Enseada, localizado em Maragogipe, no Recôncavo Baiano, foi discutida nesta terça-feira (23/07/2019), na Secretaria do Planejamento do Estado. Durante a reunião, os secretários Walter Pinheiro (Planejamento) e Marcus Cavalcanti (Infraestrutura), além do presidente do estaleiro, Maurício Almeida, representantes da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb) e de outras secretarias debateram a possibilidade de novos modelos de negócios para o empreendimento.

Economia marítima rende R$ 2 trilhões para o Brasil por ano

Responsável por concentrar metade da população brasileira, o litoral representa uma das principais fontes de riquezas do país. O mar rende R$ 2 trilhões por ano, o equivalente a 19% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos) nacional.
A estimativa foi apresentada em 24 de junho pelo representante da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar e comandante da Marinha, Rodrigo de Campos Carvalho. Um dos participantes da 1ª Conferência Ministerial Regional das Américas sobre Economia Verde, ele defendeu a importância da preservação dos recursos marinhos para assegurar o desenvolvimento sustentável.

Notícias da Semana

Estaleiros alertam governo sobre MP que flexibiliza importação de navios

Representantes da construção naval manifestaram formalmente ao Ministério da Infraestrutura os riscos da proposta de medida provisória que permite a importação de navios estrangeiros novos e usados na cabotagem, com isenções de impostos na importação (II, PIS, Cofins e ICMS). Na última quarta-feira (12), o Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação naval e Offshore (Sinaval) protocolou uma carta, endereçada ao ministro Tarcísio Freitas, na qual alerta que tal medida pode alterar drasticamente as regras vigentes da navegação brasileira (Lei 9432/1997), além de trazer prejuízos à construção naval, à cadeia produtiva e à geração de emprego e renda no país.

SINAVAL Informa

Nota Técnica – PLS nos. 423/2014, 2948/2019 e 3221/2019

O SINAVAL tomou conhecimento, com grande preocupação, dos Projetos de Lei nos. 423/2014, 2948/2019 e 3221/2019, apresentados pelo ilustres Senadores Kátia Abreu (PDT-TO), Alvaro Dias (PODE-PR) e Chico Rodrigues (DEM-RR), que propõem alterações na Lei nº. 9.432, de 08/01/1997, que dispõe sobre a ordenação do transporte aquaviário e dá outras providências. Os Projetos de Lei visam, principalmente, a permitir a aquisição, pelas empresas brasileiras de navegação (EBNs), de embarcações novas e usadas no mercado internacional, e a eliminar restrições ao afretamento de embarcações estrangeiras, alterando de forma prejudicial o marco regulatório dos setores da Navegação e da Indústria da Construção Naval brasileiras, que foi objeto de extensas e demoradas negociações do Governo com todas as partes interessadas e funciona perfeitamente há mais de 20 anos. Leia Mais...

Notícias da Semana

Governo da Coreia do Sul investe na recuperação da construção naval

Na sequência de um apoio público já anunciado, Seul orienta agora o financiamento para a construção de navios a GNL.
A Coreia do Sul tenciona investir 54 milhões de euros no apoio à recuperação dos estaleiros navais do país, terá anunciado o ministro do Comércio, Indústria e Energia sul-coreano, refere o World Maritime News. O jornal acrescenta que esse apoio será destinado, essencialmente, à conquista de encomendas para construção de navios amigos do ambiente, como os alimentados a gás natural liquefeito (GNL).
O apoio agora anunciado surge na sequência de um grande financiamento à construção naval divulgado em Novembro de 2018, quando o Governo revelou que iria criar um fundo de cerca de 1.315 milhões de euros para apoiar os construtores navais. Adicionalmente, o Governo tenciona investir 2.166 milhões de euros suplementares em infra-estruturas para o sector, susceptíveis de acolherem encomendas de até 140 navios a GNL em 2025.

SINAVAL Informa

Instalação da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Indústria Marítima Brasileira

Nesta quarta-feira, dia 24 de abril, realizou-se na Câmara dos Deputados, em Brasília, a cerimônia de instalação da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Indústria Marítima Brasileira, em um café da manhã organizado pela Presidente da Frente Parlamentar, Deputada Professora Dayane Pimentel (PSL-BA). O Presidente do SINAVAL, Ariovaldo Rocha, participou do evento, acompanhado do Vice-Presidente Executivo Carlos Macedo, responsável pela representação do SINAVAL em Brasília.

Notícias da Semana

Lançada frente parlamentar em defesa da indústria marítima

Foi lançada nesta quarta-feira (24), na Câmara dos Deputados, a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Indústria Marítima. O grupo reúne 207 deputados e 15 senadores com o objetivo de propor ações de incentivo ao setor naval. De acordo com a coordenadora da frente, deputada Professora Dayane Pimentel (PSL-BA), a indústria marítima brasileira perdeu 60 mil postos de trabalho desde 2014. “Estamos falando de 80 mil empregos que caíram para 19 mil”, disse. Ela defendeu medidas que aumentem as encomendas de navios nacionais e anunciou que o grupo entraria em contato com o presidente Jair Bolsonaro para pedir incentivos.

Projeto de lei dos EUA incentiva construção naval dedicada à cabotagem

Brasil e Estados Unidos são países privilegiados por contar com extensas costas marítimas. O território norte-americano, inclusive, é banhado por dois oceanos - Pacífico e Atlântico - e ocupa a nona posição entre as maiores extensões litorâneas do planeta. Entretanto, a frota de embarcações destas nações é muito baixa, reflexo de uma indústria marítima muito aquém de suas possibilidades e em posição de fragilidade se comparadas às indústrias de Alemanha, Japão, Noruega, Grécia e Cingapura, entre outras.
Para reverter este panorama um projeto de Lei foi apresentado nos Estados Unidos com o intuito de incentivar a construção naval dedicada à cabotagem. Em artigo escrito para o Portogente, o gerente de Desenvolvimento e Estudos da Agência Nacional de Transporte Aquaviários (Antaq), Cláudio Soares, avalia a iniciativa e demonstra como democratas e republicanos concordam em apontar a navegação interior como questão de segurança nacional, estímulo ao desenvolvimento e geração de empregos.

‘Jones Act’ contribuiu para 30% a mais empregos na indústria marítima dos EUA, aponta instituto

O setor marítimo dos Estados Unidos registrou aumento de 30% no número de postos de trabalho locais. De acordo com o Transportation Institute, esse aumento foi possível graças ao Jones Act, lei de 1920 que garante que o transporte de cabotagem pela costa americana seja realizado por embarcações construídas no país, de propriedade de armadores locais e tripuladas por americanos, promovendo a manutenção da base industrial marítima dos EUA. Segundo o instituto, a indústria hoje emprega perto de 650 mil americanos, dos 50 estados, e contribui com US$ 154 bilhões para o crescimento econômico anual do país.

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Marinha faz chamamento público para a obtenção de navios hidroceanográficos

A Diretoria de Gestão de Programas da Marinha (DGePM), com sede na Rua 1º de Março, 10º andar, Edifício Barão de Ladário, Centro, Rio de Janeiro-RJ, CEP 20.010-000, participa a intenção da Marinha do Brasil (MB) em iniciar o processo de obtenção de dois Navios Hidroceanográficos de 2ª Classe (NHo-2).
As empresas interessadas em fornecer à MB as respostas iniciais poderão, no período compreendido entre 9h do dia 19/03/2020 e 15h do dia 09/04/2020, retirar o documento intitulado “Solicitação de Informações” (“Request For Information” – RFI), o qual visa a buscar dados preliminares no que concerne aos projetos técnicos existentes de Navios Hidroceanográficos (NHo).

Estaleiro Detroit entrega o 6º rebocador da série Starnav

Starnav Tiaki é o mais novo rebocador da Starnav Serviços Marítimos. O rebocador deixou Itajaí na última quarta-feira (11) sentido Rio de Janeiro, sede da empresa. Dotado do que há de mais moderno em termos de construção naval, a embarcação é uma verdadeira obra de engenharia avançada.

Sulnorte investe em dez novos rebocadores

Com o objetivo de renovar e expandir a frota, a Sulnorte, tradicional empresa de rebocadores controlada pelo Grupo H. Dantas e a segunda mais antiga do Brasil, anuncia a aprovação de seu projeto para a construção de dez novos rebocadores portuários RAmparts 2500 por parte do Conselho do Fundo de Marinha Mercante. Com investimento de R$ 321 milhões, as embarcações deverão ser construídas no Estaleiro Rio Maguari, no Pará, e terão 75 toneladas de tração estática (TTE).

Brasil passa por uma revolução na defesa naval

Contrato para a construção de quatro navios Classe Tamandaré de última geração foi assinado ontem, no Rio de Janeiro, pela Emgepron, empresa estatal independente vinculada ao Ministério da Defesa por intermédio do Comando da Marinha do Brasil, e a Águas Azuis, companhia formada pela Thyssenkrupp Marine Systems, Embraer Defesa & Segurança e Atech Negócios em Tecnologia, da Embraer. Toda a construção será realizada em território brasileiro, no complexo portuário de Itajaí, em Santa Catarina.

Marinha e consórcio assinam contrato para construção de navios Tamandaré

A Empresa Gerencial Projetos Navais (Emgepron) e o consórcio Águas Azuis, formado pela thyssenkrupp Marine Systems, Embraer Defesa & Segurança e Atech, assinaram nesta quinta-feira (5), no Rio de Janeiro, o contrato para a construção dos quatro navios classe Tamandaré de última geração, com entregas previstas para o período entre 2025 e 2028. A construção será realizada no estaleiro Oceana, em Itajaí (SC), com expectativa de taxas de conteúdo local acima de 30% para o primeiro navio e de 40% para os demais.

A thyssenkrupp fornecerá a tecnologia naval de sua comprovada plataforma de construção de navios de defesa da Classe Meko, que já opera em 15 países. A Embraer integrará sensores e armamentos ao sistema de combate. A Atech, empresa do grupo Embraer especializada em engenharia de sistemas para aplicações de defesa, será a fornecedora do CMS (Combat Management System) e do IPMS (Integrated Platform Management System, da L3 MAPPS) e receptora de transferência de tecnologia em cooperação com a Atlas Elektronik, subsidiária da thyssenkrupp Marine Systems que produz o CMS e sistemas de sonar.

A thyssenkrupp destacou que a assinatura é um novo marco na história da defesa naval brasileira, assim como foi a construção dos submarinos da Classe Tupi na década de 1980. “O programa classe Tamandaré irá fortalecer nossos laços, por meio da transferência de tecnologia e da geração de empregos altamente qualificados para o país”, afirmou o CEO da thyssenkrupp Marine Systems, Rolf Wirtz. O CEO da Embraer Defesa & Segurança, Jackson Schneider salientou a expansão do portfólio de defesa e segurança do grupo além do segmento aeronáutico, com o desenvolvimento e a integração de sistemas complexos, a fim de tornar a empresa qualificada para atender às necessidades da Marinha do Brasil e de fortalecer a posição como parceiro estratégico do Estado Brasileiro.

O contrato inclui transferência de tecnologia em engenharia naval para fabricação de navios militares e sistemas de gerenciamento de combate e de plataforma, bem como o apoio logístico integrado e o gerenciamento do ciclo de vida das embarcações. O programa classe Tamandaré prevê qualificação da mão de obra local, o que pode garantir o desenvolvimento de futuros projetos estratégicos de defesa no Brasil. O consórcio acredita que a aliança entre a thyssenkrupp Marine Systems e a Embraer Defesa & Segurança permitirá criar bases para a exportação de produtos de defesa naval a partir do Brasil.

A classe Meko®, da thyssenkrupp Marine Systems, já é utilizada em 82 embarcações em operação em marinhas de 15 países, entre os quais: Portugal, Grécia, Austrália, Argentina e Argélia. A thyssenkrupp afirma que o conceito Meko de design modular facilita a integração local e a transferência de tecnologia, ajudando a reduzir os custos de manutenção e modernização. "Combinando tecnologia de ponta, inovação e capacidades robustas de combate, a Classe Meko® é um autêntico navio-escolta para águas azuis com qualidades excepcionais de autonomia e robustez", destaca a empresa.

Plataforma da Petrobras chega este mês ao ES para ter construção finalizada

O casco de um novo navio-plataforma da Petrobras chegará este mês ao Espírito Santo para ter a construção finalizada no Estaleiro Jurong Aracruz (EJA). A FPSO (sigla em inglês de unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo) deixou em dezembro o estaleiro CIMC Raffles, na China.

Coronavírus ameaça entrega de FPSOs

A epidemia do novo coronavírus poderá atrasar a construção de FPSOs em estaleiros na Ásia, já que os estaleiros da China, Coreia do Sul e Singapura – países próximos ao surto inicial do vírus – respondem por 22 dos 28 FPSOs em fabricação no mundo. Segundo a Rystad Energy, os atrasos poderão ser de três a seis meses nos projetos, podendo chegar a um ano, caso a epidemia tenha uma escalada.

Cristiane Marsillac é nova presidente da Transpetro

Cristiane Marsillac foi eleita para ocupar a presidência da Transpetro. Ela substitui Antonio Rubens Silva Silvino, que presidia a Transpetro desde 2015 e que tem mais de 40 anos de carreira na Petrobras. O conselho de administração da subsidiária da Petrobras escolheu ainda Gustavo Santos Raposo para o cargo de diretor financeiro da empresa. Com mais de 25 anos no setor de navegação e portuário, Cristiane Elia de Marsillac foi CEO da Mercosul Line, do grupo CMA CGM, entre julho de 2016 e janeiro de 2020. Cristiane também ocupou cargo de diretora executiva na Prumo Logística (2014-2015) e na Bravante (2012-2014). Foi ainda sócia e diretora geral da Dock Brasil Engenharia e Serviços (2010-2012).

Stellar Banner Grounding: Vale Mobilizing Oil Spill Response Assets

Salvage and oil spill response assets are being mobilized to deal with the partially submerged Stellar Banner stranded off the coast of Brazil. The Brazilian Navy on Thursday met with representatives from Vale, salvor Ardent Global, and local government officials to go review the best course of action for the vessel, which remains aground approximately 60 miles from São Luís.