O SINAVAL é a instituição que representa
os estaleiros brasileiros instalados
em diversas regiões do país.

Notícias da Semana

Marinha inicia construção da Fragata ‘Mariz e Barros’, quarto navio da Classe Tamandaré

A partir de chapas de aço com cerca de três milímetros de espessura, pode nascer um navio de mais de 3.500 toneladas. E assim, nesta sexta-feira (9), a Marinha do Brasil (MB), a Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron) e a Sociedade de Propósito Específico Águas Azuis (SPE AAz) iniciaram a construção da quarta embarcação do Programa Fragatas Classe “Tamandaré” (PFCT), com o corte da primeira chapa de aço da Fragata “Mariz e Barros” (F203). Leia mais

Notícias da Semana

Bastidores do Reparo Naval

O SINAVAL deu um passo estratégico ao convidar o estaleiro RENAVE para integrar uma Comissão de Reparo Naval, iniciativa que busca fortalecer o fomento e a defesa do setor no cenário nacional. O movimento sinaliza articulação institucional e preocupação concreta com o futuro da indústria de reparo naval no Brasil. Leia mais

Notícias da Semana

EMGEPRON abre consulta ao mercado para possíveis parcerias na Base Naval de Val de Cães

A Empresa Gerencial de Projetos Navais (EMGEPRON) divulgou nesta sexta-feira (12) a Consulta ao Mercado – Requisição de Informação (RFI) nº 01/2025, destinada a coletar dados e subsídios que poderão embasar um futuro processo de cessão de uso onerosa a empresas privadas — nacionais ou estrangeiras — dos ativos industriais da Base Naval de Val de Cães (BNVC), localizada em Belém (PA). Leia mais

Até Japão reclama de subsídios dos concorrentes

Quanto a valores, o Sindicato lembra que nenhuma indústria brasileira consegue ser competitiva com os preços praticados na Ásia, sobretudo na China, e isso ocorre por diversos fatores: o “custo Brasil”; a participação de governos asiáticos em favor de suas empresas nas concorrências internacionais; a carga de impostos diretos e indiretos que prejudica a indústria brasileira. Leia mais

Projeto de lei dos EUA incentiva construção naval dedicada à cabotagem

Brasil e Estados Unidos são países privilegiados por contar com extensas costas marítimas. O território norte-americano, inclusive, é banhado por dois oceanos - Pacífico e Atlântico - e ocupa a nona posição entre as maiores extensões litorâneas do planeta. Entretanto, a frota de embarcações destas nações é muito baixa, reflexo de uma indústria marítima muito aquém de suas possibilidades e em posição de fragilidade se comparadas às indústrias de Alemanha, Japão, Noruega, Grécia e Cingapura, entre outras.
Para reverter este panorama um projeto de Lei foi apresentado nos Estados Unidos com o intuito de incentivar a construção naval dedicada à cabotagem. Leia mais...

‘Jones Act’ contribuiu para 30% a mais empregos na indústria marítima dos EUA, aponta instituto

O setor marítimo dos Estados Unidos registrou aumento de 30% no número de postos de trabalho locais. De acordo com o Transportation Institute, esse aumento foi possível graças ao Jones Act, lei de 1920 que garante que o transporte de cabotagem pela costa americana seja realizado por embarcações construídas no país, de propriedade de armadores locais e tripuladas por americanos, promovendo a manutenção da base industrial marítima dos EUA. Leia mais...

 

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Como Miro Arantes reposicionou o tradicional Estaleiro Mauá em um ano

Se há um nome que volta a ressoar com força no cenário industrial de Niterói, esse nome é Miro Arantes. Engenheiro com trajetória consolidada no setor naval, ele retorna ao coração do Estaleiro Mauá para liderar uma fase de renovação que promete reescrever capítulos importantes da história econômica da cidade. Leia mais

Bastidores do Reparo Naval

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AFRMM: um pilar estratégico para a navegação no Brasil

Em um país de dimensões continentais e de vocação marítima evidente, fortalecer o transporte aquaviário é uma decisão estratégica. Entre os instrumentos que sustentam esse setor, o Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) ocupa lugar central. Leia mais